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COTAÇÃO DO CAFÉ - Mercado cafeeiro encerrou as operações em campo positivo

 

postado em 27/01/2012 | Há 5 anos

Infocafé de 26/01/12    

 
MERCADO INTERNO
 
BOLSAS N.Y. E B.M.F.
Sul de Minas R$ 510,00 R$ 480,00  
Contrato N.Y.
Fechamento  
Variação
Mogiano R$ 510,00 R$ 480,00 Março/2012 219,70 +2,50
Alta Paulista/Paranaense R$ 480,00 R$ 460,00    Maio/2012 222,55 +2,40
Cerrado R$ 520,00 R$ 490,00  Setembro/2012 227,85 +2,25
Bahiano R$ 480,00 R$ 460,00     
* Cafés de aspecto bom, com catação de 10% a 20%.
Contrato BMF
Fechamento  
Variação
Cons Inter.600def. Duro R$ 375,00 R$ 365,00 Março/2012 297,95 -1,20
Cons Inter. 8cob. Duro R$ 385,00 R$ 375,00    Setembro/2012 286,60 -2,20
Dólar Comercial: R$ 1,7420 Dezembro/2012 288,45 -2,05

O mercado cafeeiro encerrou as operações em campo positivo. Sustentada pelo recuo na cotação do dólar e a valorização de outras commodities, N.Y. atingiu máxima de +4,30 pontos na posição março, fechando com +2,50. 

Mercado cambial em baixa nesta quinta-feira, a promessa do Federal Reserve de que os juros nos Estados Unidos seguirão na faixa de zero a 0,25% até o fim de 2014 acabou com o otimismo em relação ao dólar e muitos bancos e traders reduziram parte de suas apostas em uma apreciação da moeda norte-americana no longo prazo. O dólar operou em baixa ante o real o tempo todo, pressionado também por ingressos de recursos direcionados para a Bolsa e relativos a emissões corporativas recentes e fechou com queda de 1,02%. A desvalorização da moeda mantém os agentes financeiros em alerta sobre a postura do Banco Central e do ministério da Fazenda, que prometeu no começo da semana que não permitiria a valorização do real - que desestimula investimentos produtivos e reduz a competitividade das export ações brasileiras. Para alguns profissionais, enquanto a Fazenda tem um discurso contra a valorização do real, o Banco Central estaria passivo porque o enfraquecimento do dólar, de outro lado, ajuda no controle da inflação e no processo de afrouxamento monetário visando a uma taxa Selic de um dígito, como foi destacado hoje na ata da reunião do Copom da semana passada. 
O euro se manteve acima do patamar de US$ 1,31, já testado ontem após o anúncio do Fed, apesar das perspectivas de que a reestruturação da dívida da Grécia poderá se arrastar até fevereiro. Mas um bem-sucedido leilão de títulos da Itália nesta quinta-feira ajudou a dar suporte à divisa europeia.

O Equador exportou 1,5 milhão de sacas de café em 2011, alta de 25% na comparação com 1,2 milhão de sacas em 2010, informou hoje o Conselho Nacional de Café (Cofenac). O volume inclui café robusta, arábica, verde, solúvel, torrado e outras variedades. A receita proveniente dos embarques em 2011 aumentou 54% na comparação anual, de US$ 173 milhões para US$ 267 milhões. As exportações de café do Equador em dezembro somaram 161.862 sacas de 60 quilos cada, 42% acima das 113,960 sacas observadas em igual período do ano retrasado. Segundo o Cofenac, o valor dos embarques no mês passado aumentou 76% ante dezembro de 2010, passando de US$ 17 milhões para US$ 30 milhões. Do total exportado no ano passado, 498.802 sacas foram transportadas para Colômbia, 292.521 sa cas para Alemanha, 219.811 sacas para Rússia, 216.928 sacas para Polônia, entre outros países. O Equador produz café principalmente nas províncias de Manabi, El Oro e Los Rios, na região costeira; Sucumbios e Napo, na área amazônia; e Loja e Zamora na parte montanhosa. As informações são da Dow Jones.

O presidente executivo do Conselho Nacional do Café (CNC), Silas Brasileiro, afirmou que o Ministério da Agricultura irá retomar as reuniões do Conselho Deliberativo da Política do Café, que não são realizadas desde 2010. O dirigente se reuniu hoje com o secretário de Produção e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Manoel Vicente Bertone, "que convocou os membros da iniciativa privada da cadeia café para debater uma pauta estratégica para o setor". Brasileiro afirmou que a retomada das reuniões do DDPC, onde estão representados todos os segmentos da cafeicultura, é importante para que as propostas de políticas estratégicas do setor sejam levadas ao governo de forma consensual. Ele acredita que a partir da reativação do CDPC "as a&cced il;ões isoladas serão banidas e tudo que será apresentado ao governo virá através de aprovação conjunta e colegiada do conselho". 
Na reunião de hoje, o dirigente do CNC apresentou ao secretário Manoel Bertone dez pontos para ser discutidos na formulação da política para o café no Brasil. Além das reuniões periódicas do CNC, Silas Brasileiro quer apresentar até o dia 10 de fevereiro uma proposta de plano de safra e preço mínimo de garantia para o café, que seria discutida com os outros segmentos da cafeicultura. Ele também propõe a definição de critérios para a venda do café adquirido pelo governo por meio dos leilões de opções. Entre outras medidas, o CNC sugere o aprimoramento dos trabalhos estatísticos, especialmente relacionados ao georreferenciamento, produção, estoques, exportações, industrialização e consumo de café. O conselho propõe a criação de um programa para a renovação gradativa do parque cafeeiro nacional e a implantação de um Seguro Catástrofe para a cafeicultura. Ele afirmou que a primeira reunião do CDPC foi agendada para o dia 16 de fevereiro. "Antes, porém, os membros da iniciativa privada do café farão uma reunião prévia, em São Paulo, para propor uma pauta consensualmente definida, de forma que seja apresentada para aprovação do conselho", diz Brasileiro. As informações são da Agência Estado


 

Infocafé é um informativo diário, da Mellão Martini 
 

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