Mercado

COTAÇÃO DO CAFÉ - N.Y. encerrou as operações em baixa nesta terça-feira

 

postado em 24/05/2011 | Há 6 anos

Infocafé de 24/05/11.    

 
MERCADO INTERNO
 
BOLSAS N.Y. E B.M.F.
Sul de Minas R$ 530,00 R$ 500,00  
Contrato N.Y.
Fechamento
Variação
Mogiano R$ 530,00 R$ 500,00 Julho/2011 261,20 -1,35
Alta Paulista/Paranaense R$ 520,00 R$ 490,00 Setembro/2011 264,20 -1,30
Cerrado R$ 540,00 R$ 510,00 Dezembro/2011 267,70 -1,25
Bahiano R$ 520,00 R$ 490,00  
* Cafés de aspecto bom, com catação de 10% a 20%.
Contrato BMF
Fechamento
Variação
Cons Inter.600def. Duro R$ 310,00 R$ 280,00 Julho/2011 336,60 -2,00
Cons Inter. 8cob. Duro R$ 320,00 R$ 310,00 Setembro/2011 330,45 -1,90
Dólar Comercial: R$ 1,6220 Dezembro/2011 329,00 -1,50

N.Y. encerrou as operações em baixa nesta terça-feira, a posição julho fechou com -1,35 pontos, após variar entre a máxima de +2,95 e mínima de -1,85 pontos.

Após passar boa parte do dia registrando leve queda, a moeda americana acelerou as perdas no final da sessão, o dólar finalizou os trabalhos de hoje com queda de 0,55% cotado a R$ 1,6220. As mudanças no IOF para títulos privados de renda fixa de curto prazo e a melhora na perspectiva do rating brasileiro, de estável para positiva, anunciada ontem à noite pela agência de classificação de risco Standard & Poor`s, não fizeram preço de fato.

No exterior, a melhora de boa parte das moedas hoje parece mais um ajuste dos investidores ao desempenho fortemente negativo de ontem em relação ao dólar. Entre os indicadores, a confiança das empresas da Alemanha permaneceu estável em 114,2 em maio, perto da máxima recorde atingida em fevereiro, superando as estimativas dos analistas (113,7) e mantendo a pressão para que o Banco Central Europeu (BCE) eleve as taxas básicas de juros novamente em breve. Enquanto isso, os temores em relação às dívidas dos países periféricos da zona do euro permanecem. Na Grécia, por exemplo, o líder do principal partido de oposição do país, o Nova Democracia, rejeitou as novas medidas do governo para reduzir o déficit orçamentário grego e criticou o partido governista por seguir uma política mal orientada de reforma fiscal e econ& ocirc;mica.

Comemorado nesta terça-feira, o dia Nacional do Café foi instituído pela Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) em 2005 para celebrar o início da colheita do café e destacar a importância da bebida que está presente no Brasil desde o século 18 e contribuiu para o plano histórico, cultural, social, político e econômico do país.
O Brasil voltou a bater novos recordes de exportação de café em abril: a receita somou US$ 681,4 milhões no mês, número 88,9% maior que o registrado no mesmo período de 2010, quando o total foi de US$ 360,7 milhões. Os dados do balanço são do CeCafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Apenas em 2010, o consumo em média do café pelos brasileiros foi de 4,81 kg de café, ou seja, cada pessoa ingeriu quase 81 litros da bebida. Os dados apresentados pelo órgão do Governo Federal superam o recorde de 1965, quando a população do país consumiu 4,72 kg. Com a elevação, o Brasil já superou grandes consumidores de café como a Itália e França.

As exportações de café arábica de países latino-americanos que produzem o grão suave e lavado totalizaram 16,1 milhões de sacas de 60 kg no acumulado de outubro a abril da atual temporada, o que representa aumento de 18% em relação ao mesmo período do ano anterior, de acordo com a Associação de Café Guatemalteca (Anacafé). O grupo regional exclui o Brasil, que processa a maior parte do café por secagem ao sol, e inclui Colômbia, México, República Dominicana, Peru, Guatemala, Honduras, Nicarágua e El Salvador. As informações são da Dow Jones.

 

Infocafé é um informativo diário, da Mellão Martini
 

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