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MERCADO INTERNO |
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BOLSAS N.Y. E B.M.F. |
Sul de Minas |
R$ 470,00 |
R$ 440,00 |
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Contrato N.Y. |
Fechamento |
Variação |
Mogiano |
R$ 470,00 |
R$ 440,00 |
Julho/2014 |
196,80 |
+12,60 |
Alta Paulista/Paranaense |
R$ 460,00 |
R$ 430,00 |
Setembro/2014 |
199,05 |
+12,60 |
Cerrado |
R$ 480,00 |
R$ 460,00 |
Dezembro/2014 |
202,00 |
+12,55 |
Bahiano |
R$ 460,00 |
R$ 430,00 |
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* Cafés de aspecto bom, com catação de 10% a 20%. |
Contrato BMF |
Fechamento |
Variação |
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Setembro/2014 |
240,70 |
+14,75 |
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Dezembro/2014 |
244,70 |
+14,70 |
Dólar Comercial: |
R$ 2,2210 |
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As operações em N.Y. finalizaram a quinta-feira registrando forte alta, a posição julho atingiu máxima de +13,55 pontos fechando com +12,60. No mercado cambial o dólar comercial subiu 0,57% cotado à R$2,2210, acompanhando o mercado externo.
A segunda estimativa para a produção da safra cafeeira (espécies arábica e robusta) em 2014, indica que o país deverá colher 44,57 milhões de sacas de 60 quilos de café beneficiado. A previsão é da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Segundo a Conab, com este resultado nesta safra quebra-se a tendência de crescimento da produção que, desde a safra de 2005 vinha se observando nos ciclos de alta bienalidade (alternância anual entre grandes e pequenas produções), inclusive ficando abaixo da última safra que foi de baixa. O resultado representa uma redução de 9,33%, ou 4,58 milhões de sacas quando comparado com a produção de 49,15 milhões de sacas obtidas no ciclo anterior. O arábica representa 72,4% da produção total (arábica e robusta) de café do país. Para a nova safra estima-se que sejam colhidas 32,23 milhões de sacas, com redução de 15,81%. De acordo com a Conab, a redução é devido à forte estiagem verificada nos primeiros meses de 2014, ao das podas nos cafezais e à inversão da bienalidade em algumas regiões produtoras. A produção do robusta, estimada em 12,33 milhões de sacas, representa um crescimento de 13,49%. Segundo a Conab, esse resultado se deve, sobretudo, à recuperação da produtividade, que na safra anterior sofreu com a forte estiagem, e ao crescimento da área em produção, principalmente no estado do Espírito Santo, maior produtor da espécie. A área total plantada com a cultura de café (espécies arábica e robusta) no país totaliza 2,267 milhões de hectares, 1,9% inferior à área colhida na safra passada e corresponde a uma reduç&ati lde;o de cerca de 44 mil hectares. O presidente da Conab, Rubens Rodrigues dos Santos, destaca que a seca em Minas Gerais e as geadas no Paraná afetaram a produção. Segundo ele, houve perdas de 33% em regiões de Minas Gerais e de quase 70% no Paraná. “A tendência era de ter uma produção maior do que essa anunciada hoje, mas questões climáticas afetaram os números finais”, disse. Mesmo com apenas 10% da colheita feita, Santos não espera por recuperação da produção como melhora do clima. “Temos aí uma projeção pessimista em relação ao anunciado hoje”, explicou. O diretor do Departamento de Café do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Jânio Zeferino, destacou que os preços do café devem ser manter nos próximos dois anos. “A nossa orientação aos produtores &e acute; aproveitar os bons preços agora”, disse. Ele d! estacou, entretanto, que os produtores devem ser bastante criteriosos, no momento, com relação à expansão de lavouras. As informações são da Agência Brasil. Acesso ao arquivo do levantamento completo em : http://www.conab.gov.br/conteudos.php?a=1253&t=2 .
Conforme previsões da Climatempo, as simulações atmosféricas de médio prazo desta quinta-feira, 15 de maio, confirmaram a entrada de uma forte onda de frio sobre a América de Sul após o dia 20 de maio. Se as previsões estiverem corretas, a frente fria pode provocar frio realmente intenso, com risco de geada ampla no Sul, frio intenso em muitas áreas do Sudeste, Centro-Oeste e também friagem forte sobre Rondônia, Acre e o sul do Amazonas. Esta onda de frio poderá bater todos os recordes de frio deste ano.
Os estoques de café verde dos Estados Unidos apresentaram uma alta de 279.187 sacas no final de abril, somando 5.237.598 sacas, de acordo com dados divulgados pela GCA (Green Coffee Association). Em 31 de março, por sua vez, os estoques do país eram de 4.958.411 sacas. A alta mais efetiva de estoques se deu no armazém de Nova Iorque, com incremento de 87.980 sacas, ao passo que o armazém de Houston computou um aumento de 78.204 sacas. Já o armazém de Jacksonville teve computado uma baixa de 68.200 sacas.
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