Professores da Inglaterra e dos Estados Unidos visitam o Setor de Cafeicultura da UFLA e elogiam o trabalho desenvolvido no INCT Café

18 de outubro de 2013 | Sem comentários Análise de Mercado Mercado

outubro 17th, 2013 by equipepec



Professores observando a seleção de genótipos de cafeeiro para resistência à doenças fúngicas e bacterianas na Casa de Vegetação do INCT Café


Por Fabio Alvarenga

O Setor de Cafeicultura da Universidade Federal de Lavras (UFLA) recebeu na última quinta-feira (10) as visitas dos professores da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, Robert Blanchette e da Universidade de Bath, na Inglaterra, Richard Cooper. Os docentes estiveram na universidade para participar do XII Simpósio de Manejo de Doenças de Plantas, organizado pelo Núcleo de Estudos em Fitopatologia (NEFIT).


Os visitantes foram recebidos pelo coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia do Café (INCT Café), Mário Lúcio Vilela de Resende, que apresentou as dependências do INCT Café, Polo de Excelência do Café e Polo de Tecnologia em Qualidade do Café, onde tiveram a oportunidade de conhecer o processo produtivo e de secagem de grãos, laboratórios e linhas de pesquisa.


Logo depois, os docentes visitaram lavouras de café na área experimental do INCT Café na universidade, em que trabalhos são conduzidos com a finalidade de promover a indução de resistência contra doenças. Eles também estiveram nas Casas de Vegetação do Departamento de Fitopatologia da UFLA, onde se controlam temperatura e umidade para o desenvolvimento de experimentos com plantas. Os dois elogiaram o trabalho de pesquisa realizado no instituto.


O professor da Universidade de Bath, Richard Cooper, externou as suas impressões da passagem pela instituição. “É a minha terceira vez aqui no Brasil. Fico feliz com o crescente número de estudantes em ciências agrárias. Na Europa isso não ocorre, o que é triste”, disse Cooper.


Robert Blanchette também elogiou as pesquisas desenvolvidas no INCT Café. “Esta é minha primeira visita ao Brasil e estou impressionado com a quantidade de boas pesquisas que estão sendo desenvolvidas com o café. As doenças do cafeeiro são um grande problema atualmente e o trabalho feito aqui no instituto para controlá-las é muito bom”, finalizou Blanchette.

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