Mercado

COTAÇÃO DO CAFÉ - N.Y. finalizou as operações nesta terça-feira em alta

N.Y. finalizou as operações nesta terça-feira em alta, a posição maio oscilou entre a mínima de -1,35 pontos e máxima de +2,25 fechando com +1,80 pts.

 

postado em 18/04/2017 | Há 4 meses

MERCADO INTERNO
 
BOLSAS N.Y. E B.M.F.  
Sul de Minas R$ 485,00 R$ 475,00  
Contrato N.Y.
Fechamento
Variação
Mogiano R$ 485,00 R$ 475,00 Maio/2017 142,90 +1,80
Alta Paulista/Paranaense R$ 475,00 R$ 455,00 Julho/2017 145,55 +2,05
Cerrado R$ 490,00 R$ 470,00 Setembro/2017 147,85 +2,10
Bahiano R$ 485,00 R$ 475,00  
* Cafés de aspecto bom, com catação de 10% a 20%.  
Contrato BMF
Fechamento
Variação
Futuro 2018 - 6/7-15%cat R$ 560,00 R$ 550,00 Setembro/2017 176,25 +1,95
Futuro 2019 - 6/7-15%cat R$ 590,00 R$ 580,00 Dezembro/2017 182,25 +2,75
Dólar Comercial: R$ 3,1130

N.Y. finalizou as operações nesta terça-feira em alta, a posição maio oscilou entre a mínima de -1,35 pontos e máxima de +2,25 fechando com +1,80 pts.

O dólar comercial fechou em alta de 0,29%, a R$ 3,1130. No cenário, investidores acompanhavam com cautela os desdobramentos da reforma da Previdência. A leitura do relatório da proposta, prevista para esta terça-feira, foi adiada para a próxima quarta-feira (19). Nesta manhã, o governo definiu alguns pontos que causavam discórdia no projeto. Entre as mudanças, ficou acertada a idade mínima de 62 anos para aposentadoria das mulheres e uma regra de transição mais suave. Na tarde desta terça-feira, sindicalistas tentaram invadir o Congresso Nacional em protesto contra a reforma da Previdência. A proposta é vista pelo mercado com  fundamental para equilibrar as contas públicas.

A Ferrugem tem aumentado nas lavouras de café do Sul de Minas. Por causa disso, a Fundação Procafé alerta os produtores para os cuidados para evitar o avanço da praga. Segundo o boletim de aviso fitossanitário divulgado em março, os índices médios de ferrugem no Sul de Minas aumentaram de 34,5% para 40,8%. A ferrugem é uma das principais doenças do cafeeiro e causa queda das folhas, seca os ramos produtivos, afeta o desenvolvimento de botões florais e, consequentemente, reduz o potencial produtivo da safra. "Ela vai evoluindo a partir de novembro, dezembro e pro período agora ela está um pouco acima da média, em torno de 7%. Nós tivemos condições climáticas favoráveis, de temperatura e precipitação e isso favoreceu a evolução da doença nesse período", disse o engenheiro agrônomo da Procafé, Rodrigo Naves. Quando for detectado o índice alto de ferrugem, o produtor rural deve fazer o controle. Caso evolua, a ferrugem pode afetar o pé do cafeeiro. "Essas folhas que já foram infectadas, elas vão caindo e só vão ficando as folhas mais novas, isso acaba prejudicando a produção para o ano seguinte. A planta não faz fotossíntese, ela não gera energia e não consegue produzir fluxo para o próximo ano. O que o produtor pode fazer é efetuar uma pulverização com fungicida específico, que vai controlar essa ferrugem ou pelo menos deixar ela evoluir para o pico que acontece em torno de junho ou julho deste ano. Esse processo tem que ser feito até meados de abril, a última pulverização, que antecede a colheita, mantendo o período de carência de aplicação até a entrada do colhedor na área", disse o engenheiro agrônomo. Fonte G1.

A Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) identificaram, nos últimos anos, o potencial do mercado chinês para os cafés especiais nacionais e ranquearam o país asiático como mercado-alvo no projeto setorial "Brazil. The Coffee Nation". Em 2017, as 14 empresas que participaram da Hotelex Shanghai Expo Finefoods, maior feira do setor de hotelaria e food service da China, realizaram, entre 28 e 31 de março, US$ 2,025 milhões em negócios e estimam mais US$ 22,435 milhões nos próximos 12 meses. No ano passado, a participação de sete companhias brasileiras gerou US$ 3,5 milhões. Para matéria completa acessem A Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) identificaram, nos últimos anos, o potencial do mercado chinês para os cafés especiais nacionais e ranquearam o país asiático como mercado-alvo no projeto setorial "Brazil. The Coffee Nation". Em 2017, as 14 empresas que participaram da Hotelex Shanghai Expo Finefoods, maior feira do setor de hotelaria e food service da China, realizaram, entre 28 e 31 de março, US$ 2,025 milhões em negócios e estimam mais US$ 22,435 milhões nos próximos 12 meses. No ano passado, a participação de sete companhias brasileiras gerou US$ 3,5 milhões. Para matéria completa acessem http://bsca.com.br/noticia.php?id=459 . Fonte BSCA.

 
Infocafé é um informativo diário, da Mellão Martini

 

Veja tambÉm: