Mercado

N.Y. registrou na segunda-feira (12/02) -0,45 pontos ontem +1,35 e hoje fechou com +0,05 pts

Voltamos do carnaval com o mercado interno um pouco mais movimentado nas negociações de venda futura.

 

postado em 14/02/2018 | Há 6 dias

MERCADO INTERNO
 
BOLSAS N.Y. E B.M.F.  
Sul de Minas R$ 450,00 R$ 430,00  
Contrato N.Y.
Fechamento
Variação
Mogiano R$ 450,00 R$ 430,00 Março/2018 122,80 +0,05
Alta Paulista/Paranaense R$ 440,00 R$ 420,00 Maio/2018 125,10 +0,05
Cerrado R$ 455,00 R$ 435,00 Julho/2018 127,20 +0,05
Bahiano R$ 440,00 R$ 420,00  
* Cafés de aspecto bom, com catação de 10% a 20%.
Contrato BMF
Fechamento
Variação
Futuro 2019 - 6/7 15%cat R$ 510,00 R$ 500,00 Março/2018 149,20 +0,50
Futuro 2020 - 6/7 15%cat R$ 540,00 R$ 530,00 Setembro/2018 155,65 +1,45
Dólar Comercial: R$ 3,2270      

 Para entrega em setembro 2018 saíram negócios na casa de R$470,00 e 2019 e 2020 conforme as bases da tabela acima mencionada. A posição março em N.Y. registrou na segunda-feira (12/02) -0,45 pontos ontem +1,35 e hoje fechou com +0,05 pts.

O dólar comercial fechou em queda de 2,27%, cotado a R$ 3,2270. O mercado de câmbio no Brasil voltou a operar a partir do meio-dia desta quarta-feira, após permanecer fechado na segunda (12) e na terça-feira (13) por causa do Carnaval. Investidores seguiam preocupados com a possibilidade de os juros nos Estados Unidos subirem em ritmo maior que o esperado. Nesta quarta, foi divulgado que, apesar de a inflação norte-americana ter acelerado em janeiro, as vendas no comércio caíram, o que trouxe certo alívio aos mercados. Com juros maiores nos EUA, recursos aplicados em outras economias, inclusive a brasileira, podem ser atraídos para lá. Assim, o dólar tende a subir por aqui. No Brasil, o mercado também seguia de olho nas negociações para aprovar a reforma da Previdência. O governo ainda não conseguiu reunir os 308 votos necessários para aprovar o texto, considerado essencial para equilibrar as contas públicas.

No mercado cambial o dólar comercial fechou em queda de 2,27% cotado à R$3,2270. A sessão foi marcada pela pelo baixo volume de negócios após a carnaval. Investidores seguiam preocupados com a possibilidade de os juros nos Estados Unidos subirem em ritmo maior que o esperado. Nesta quarta, foi divulgado que, apesar de a inflação norte-americana ter acelerado em janeiro, as vendas no comércio caíram, o que trouxe certo alívio aos mercados. No Brasil, o mercado também seguia de olho nas negociações para aprovar a reforma da  Previdência.

O boletim da Somar Meteorologia indica que uma frente fria na costa do Sudeste faz da quarta-feira um dia de tempo nublado, chuva e até temperaturas mais amenas nas áreas produtoras do arábica da Região. Estão previstos volumes em torno de 25mm na região da Mogiana entre São Paulo, Minas e Rio de Janeiro. Nos próximos dias, a chuva perde intensidade nestas regiões, mas novas áreas de instabilidade devem voltar a provocar chuva mais significativa na semana que vem. No arábica do Paraná, volta a chover no fim de semana, mas ainda com baixos acumulados. Nas áreas do Conilon do Espírito Santo, a quinta-feira segue com variação de nebulosidade, mas ainda com pouca chance de chuva. É somente no decorrer da semana que vem que poderá chover e de forma mais significativa entre norte de Minas Gerais e Espírito Santo. Os próximos 15 dias serão marcados pela chuva mais significativa nas áreas do Arábica, entre São Paulo, Triangulo e Sul de Minas, além de parte do Rio de Janeiro, com volumes que podem ultrapassar os 200mm acumulados. Nas áreas do Conilon, especialmente no Espírito Santo, a chuva deve aumentar nos últimos 10 dias do mês, com acumulados acima de 100mm em algumas regiões capixabas.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) defendeu na quinta (8), no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), o aumento dos recursos e do prazo de disponibilização da linha de custeio do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé). Durante reunião do Comitê Diretor de Planejamento Estratégico do Agronegócio do Café (CDPE), a Comissão Nacional do Café da CNA enfatizou a importância de ampliação dos recursos nessa linha e a manutenção de R$1,86 bilhão para estocagem, já que esta safra será de bienalidade positiva, ou seja, uma produção superior a de 2017. “O Comitê aprovou R$ 1,1 bilhão para o custeio, um aumento de 9% com relação ao ano passado. A ampliação dessa linha é importante por ser passível de conversão em recurso para estocagem. Se o mercado não for favorável, o produtor poderá estocar o café utilizando desse financiamento, já realizado”, explicou o assessor técnico da Comissão, Maciel Silva. A CNA também conquistou o aumento do prazo de disponibilização do custeio, que estará disponível de 1º de julho até 30 de junho do ano subsequente. “Hoje, o período de contratação é de 1º de julho até 30 de abril. É uma conquista importante, pois o produtor terá o ano inteiro para acessar esses recursos”, acrescentou o assessor. O novo prazo de disponibilização só entrará em vigor após publicação da resolução pelo Banco Central, alterando o período hoje estabelecido no Manual do Crédito Rural. O volume de recursos no Funcafé para 2018 será de 5,5 bilhões, sendo 4,96 destinados às linhas de financiamento. Para o custeio será disponibilizado R$ 1,1 bilhão, estocagem (R$ 1,86 bilhão), aquisição de café (R$ 1,06 bilhão), recuperação de cafezais danificados (R$ 10 milhões), capital de giro para indústria de solúvel (R$ 200 milhões), torrado e moído (R$ 300 milhões) e capital de giro para cooperativas de produção (R$ 425,2 milhões). Fonte: CNA via notícias Agrícolas.


 
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