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Carmem Lucia Chaves de Brito assume a presidência da BSCA

Refletindo a conquista das mulheres em posições de destaque na sociedade, “Ucha” comandará a entidade nos próximos 12 meses

 

postado em 12/12/2017 | Há 2 meses

12/12/2017 Refletindo uma tendência cada vez mais observada no mercado, que é a merecida conquista das mulheres em posição de destaque, o Conselho Diretor da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) elegeu sua nova diretoria para os próximos 12 meses e, entre dezembro deste ano e 30 de novembro de 2018, a cafeicultora e empresária rural Carmem Lucia Chaves de Brito, a “Ucha” (foto: OCB/Tereza Sá), representante das fazendas Caxambu e Aracaçu, em Três Pontas (MG), assume a presidência da entidade, tendo como vice-presidente o também cafeicultor e empresário rural Marcelo Weyland Barbosa Vieira, da Fazenda Lagoa, com sede em Monte Belo (MG).

A diretoria executiva da Associação está a cargo de uma das principais lideranças femininas na cafeicultura brasileira, Vanusia Nogueira, para quem as mulheres estão cada vez mais envolvidas com as atividades como um todo e isso passa a ocorrer no setor cafeeiro. "O perfil feminino vem ao encontro de postos de liderança, pois somos bastante comunicativas, detalhistas e nos expomos mais. Além disso, somos mais abertas às inovações e isso é consequência da necessidade de termos de nos provar constantemente", analisa.

Nos próximos 12 meses, além da presidente e do vice, o Conselho Diretor da BSCA contará com Adolfo Henrique Vieira Ferreira, Cristiano Carvalho Ottoni, Edgard Alexandre Bressani, Guilherme Salgado Rezende, Henrique Leivas Sloper de Araújo, José Francisco Pereira e Silvio Luis Leite. Para o Conselho Fiscal, foram nomeados Antônio de Azevedo e Silva Jr., Ednilson Alves Dutra, Fabricio Teixeira Andrade, Jack Robson Silva e Marco Antônio Suplicy.

A nova gestão da BSCA pretende dar sequência ao trabalho de promoção realizado em conjunto com parceiros e associados para continuar abrindo mercados aos cafés especiais no País e no exterior, sempre destacando que o Brasil possui qualidade em grande escala e que produz cafés com diversidade de aromas e sabores devido às condições geográficas, aos investimentos realizados em pesquisa e tecnologia e à excelente gestão dos cafeicultores com foco em sustentabilidade.

 

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