Mercado

COTAÇÃO DO CAFÉ - N.Y. finalizou a sexta-feira com levíssima baixa

 

postado em 02/09/2017 | Há 3 meses

MERCADO INTERNO
 
BOLSAS N.Y. E B.M.F.  
Sul de Minas R$ 455,00 R$ 435,00  
Contrato N.Y.
Fechamento
Variação
Mogiano R$ 455,00 R$ 435,00 Setembro/2018 127,75 -0,40
Alta Paulista/Paranaense R$ 445,00 R$ 425,00 Dezembro/2018 129,05 -0,30
Cerrado R$ 460,00 R$ 440,00 Março/2019 132,65 -0,20
Bahiano R$ 445,00 R$ 425,00  
* Cafés de aspecto bom, com catação de 10% a 20%.
Contrato BMF
Fechamento
Variação
Futuro 2018 - 6/7 15%cat R$ 475,00 R$ 460,00 Setembro/2018 155,00 +1,50
Futuro 2019 - 6/7 15%cat R$ 520,00 R$ 510,00 Dezembro/2018 159,50 +0,50
Dólar Comercial: R$ 3,1470      

A bolsa de N.Y. finalizou a sexta-feira com levíssima baixa, a posição dezembro oscilou entre a máxima de +1,50 pontos e mínima de -0,85 fechando com -0,30 pontos e acumulando na semana -2,35 pts.

O dólar comercial fechou praticamente estável, com leve queda de 0,01%, cotado a R$ 3,1470. Com isso, o dólar termina a semana com desvalorização acumulada de 0,23%. Investidores acompanhavam o cenário econômico brasileiro. Nesta sexta, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) informou que o PIB (Produto Interno Bruto) do país cresceu 0,2% no segundo trimestre. Analistas afirmam, no entanto, que o resultado positivo não garante a saída da recessão. No exterior, o mercado repercutia dados da economia chinesa e dos Estados Unidos. A China informou que a atividade industrial no país se expandiu no ritmo mais rápido em seis meses, em agosto. Nos Estados Unidos, a criação de vagas de trabalho desacelerou mais do esperado por analistas, o que indica que o banco central norte-americano pode adiar uma nova alta de juros para o ano que vem. Juros maiores nos EUA podem atrair para lá recursos atualmente aplicados em economia onde as taxas são hoje mais vantajosas, como a brasileira.

O boletim da Somar Meteorologia indica que nesta sexta-feira, uma frente fria chega ao Espírito Santo, trazendo chuva mais frequente. Nas áreas produtoras de São Paulo e Minas Gerais, o sistema só traz nuvens e diminuição do calor. No Paraná, tempo ainda segue seco e com temperaturas mais elevadas.Previsões mais estendidas mantém o tempo seco na maior parte das áreas de café até pelo menos o fim da primeira semana de setembro.

Principal encontro da cadeia produtiva no Brasil, a Semana Internacional do Café (SIC) acontece entre os dias 25 e 27 de outubro, no Expominas, em Belo Horizonte (MG), e traz ao público uma programação extensa de atividades. O credenciamento dos participantes já está aberto e deve ser feito no site: semanainternacionaldocafe.com.br. Este ano, os eventos simultâneos do primeiro dia trazem como destaque o Seminário Internacional DNA Café, cujo objetivo é debater com milhares de profissionais do mundo as tendências e desafios do setor, e o Fórum da Agricultura Sustentável, com as ações para a sustentabilidade das futuras gerações. Durante o DNA Café, oex-diretor de Assuntos Internacionais do Banco Central do Brasil e colunista de economia da Folha de S.Paulo, Alexandre Schwartsman, vai abordar os cenários macroeconômicos atuais com as oportunidades para mercados produtores e consumidores. O Brasil é líder global no cultivo e exportação de café, sendo Minas Gerais responsável por 56% da safra do país. São colhidas, em média, 25 milhões de sacas por ano, oriundas de lavouras de mais de 600 municípios mineiros. Ainda durante o Seminário, especialistas vão abordar os cafés especiais nos mercados europeu, asiático e norte-americano. O diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Café – Abic, Nathan Herszkowicz, vai apresentar a nova pesquisa sobre Hábitos e Tendências de Consumo. Os últimos dados da Abic apontaram o crescimento de 307% do consumo de café em estabelecimentos comerciais, nos últimos oito anos. Case de sucesso, o presidente do Grupo 3Corações, Pedro Lima, vai falar sobre o caminho de empreender no café. Já no Fórum da Agricultura Sustentável, o Café como Agente Transformador será um dos temas abordados, com palestras sobre as experiências nas comunidades produtoras do Café Geisha, no Panamá, o café de qualidade e a presença da mulher, com a moderação de Josiane Cotrim, fundadora da Aliança Brasileira das Mulheres do Café (IWCA), além da importância da sucessão na cafeicultura familiar, com a fala de produtores. Depois, serão discutidos os impactos da mudança climática para a cafeicultura, quando especialistas debaterão os desafios enfrentados pelo Brasil, os indicadores da cafeicultura sustentável e as pesquisas mundiais que afetam a produção de café. Dentre os convidados, o pesquisador da Royal Botanic Garden Kew, de Londres, Aaron Davis, uma referência em estudos nessa área. A inovação para o agronegócio, incluindo a cafeicultura e o agricultura digital, bem como as novidades do mercado nessa área, também faz parte do painel de discussões. O encerramento contará com as presenças de especialistas da Universidade Federal de Lavras – UFLA, da Associação Brasileira de Cafés Especiais – BSCA e da SMC Comercial Exportadora de Café – Cooxupé. Eles debaterão sobre os Cafés do Brasil: Diversidade e Qualidade, com a moderação do Superintendente da Federação dos Cafeicultores do Cerrado Mineiro, Juliano Tarabal. As inscrições para todas as atividades são gratuitas e as vagas são limitadas à lotação da sala. Serviço - Semana Internacional do Café 2017 - Data: 25 a 27 de outubro - Local: Expominas – Belo Horizonte (MG) - www.semanainternacionaldocafe.com.br .

Instagram: mellaomartinicafe
 

 
Infocafé é um informativo diário, da Mellão Martini

 

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