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COTAÇÃO DO CAFÉ N.Y. finalizou as operações nesta quinta-feira em baixa

N.Y. finalizou as operações nesta quinta-feira em baixa, a posição setembro oscilou entre a máxima de +0,75 pontos e mínima de -4,95 fechando com -4,15 pts. Após a queda o mercado interno ficou "travado" com valores nominais.

 

postado em 10/08/2017 | Há 1 mese

MERCADO INTERNO
 
BOLSAS N.Y. E B.M.F.  
Sul de Minas R$ 490,00 R$ 470,00  
Contrato N.Y.
Fechamento
Variação
Mogiano R$ 490,00 R$ 470,00 Setembro/2018 138,50 -4,15
Alta Paulista/Paranaense R$ 480,00 R$ 460,00 Dezembro/2018 142,00 -4,15
Cerrado R$ 495,00 R$ 475,00 Março/2019 145,55 -4,15
Bahiano R$ 480,00 R$ 460,00  
* Cafés de aspecto bom, com catação de 10% a 20%.
Contrato BMF
Fechamento
Variação
Futuro 2018 - 6/7 15%cat R$ 545,00 R$ 540,00 Setembro/2018 165,95 -4,80
Futuro 2019 - 6/7 15%cat R$ 580,00 R$ 570,00 Dezembro/2018 170,95 -5,50
Dólar Comercial: R$ 3,1760      

N.Y. finalizou as operações nesta quinta-feira em baixa, a posição setembro oscilou entre a máxima de +0,75 pontos e mínima de -4,95 fechando com -4,15 pts. Após a queda o mercado interno ficou "travado" com valores nominais.

O dólar comercial fechou em alta de 0,74%, cotado a R$ 3,1760. No cenário interno, investidores estavam de olho nas contas públicas do país. Nesta quinta, o presidente Michel Temer se reuniu com ministros e parlamentares para discutir um possível aumento da previsão de rombo nas contas para 2017 e 2018. Chegou-se a cogitar que a alteração seria anunciada ainda hoje, mas o governo decidiu adiar o anúncio. O próprio mercado já prevê um deficit primário de R$ 154,841 bilhões em 2017, bem acima da previsão oficial de rombo de R$ 139 bilhões, segundo relatório divulgado pelo ministério da Fazenda. No cenário externo, o mercado também estava cauteloso com o aumento das tensões políticas entre Estados Unidos e Coreia do Norte.

Conforme indica o boletim da Somar Meteorologia, uma frente fria na costa da Região Sudeste do Brasil diminui o calor nas áreas produtoras e causa chuva fraca no porto de Santos entre hoje e amanhã. No domingo, outro sistema frontal trará chuva e rajadas de vento ao Paraná e oeste de São Paulo. Nos dois dias seguintes, a chuva também avançará para o sul de Minas Gerais. O período úmido prosseguirá sobre as Regiões Sul e Sudeste do Brasil até a sexta-feira da próxima semana. Posteriormente, os últimos dias de Agosto serão secos novamente.

O 25º Seminário do Café da Região do Cerrado Mineiro acontecerá de 3 a 5 de outubro de 2017, no Parque de Exposições Brumado dos Pavões, em Patrocínio (MG). O evento é realizado pela Associação dos Cafeicultores da Região de Patrocínio (Acarpa), pela Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado (Expocaccer) e pelas entidades filiadas à Federação dos Cafeicultores do Cerrado. Para maiores detalhes acessem http://www.cncafe.com.br/site/interna.php?id=13577 . Fonte: Ascom Acarpa via CNC.

As indústrias de café solúvel se mobilizam cada vez mais em estratégias junto ao Governo Federal para priorizar negociações e acordos tarifários com países que aplicam altas tarifas para importar o produto nacional. Comercializando café solúvel com mais de 120 países, o setor, no Brasil, sofre com tarifas de importação aplicadas ao produto nacional tendo, em pelo menos 75% desses destinos, taxas que variam de 5% a 40%. Apesar de negociações e acordos comerciais serem tarefas sempre demoradas, de longo prazo para conclusão, recentemente o setor priorizou 36 destinos, incluindo a União Europeia (UE), que aplicam tarifas acima de 5%, para estabelecer estratégias imediatas de ações em conjunto com Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Ministério das Relações Exteriores (MRE) e Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). As maiores preocupações atuais são com Japão, quarto maior destino do café solúvel nacional, que aplica tarifa de 8,8%, e Indonésia, sexto maior importador, que recentemente alterou sua tarifa de 5% para 20%. A Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics) destaca que ambos os países são da Ásia e estabeleceram uma série de acordos comerciais naquele continente, os quais favorecem nações concorrentes, em especial o Vietnã e a Malásia. Segundo a entidade, na UE, concentram-se as maiores expectativas devido ao andamento das negociações entre Mercosul e o bloco europeu, que sinalizam fechamento de acordo para meados de 2018. Se efetivado, a Abics entende que o pacto proporcionará a desgravação gradativa ou imediata, dependendo das negociações, da cobrança de 9% do imposto de importação aplicado ao solúvel brasileiro. A União Europeia, com destaque para Alemanha e Reino Unido, é o segundo maior importador de café solúvel do Brasil, atrás apenas dos Estados Unidos, o que valida o poder de competitividade da indústria nacional, mesmo sendo taxada em 9%. Por outro lado, a Abics vê como grande risco os acordos de comércio da UE com blocos e países, principalmente asiáticos, pelas quais a redução de tarifas que envolvam o café solúvel alijará, gradativamente, o Brasil do fornecimento de solúvel aos europeus. Essas e outras informações constam no Relatório do Café Solúvel do Brasil – Julho de 2017, disponível no site da Abics: http://www.abics.com.br/secao/informacoes/estatisticas/. Fonte:   Abics via CNC.

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