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COTAÇÃO DO CAFÉ N.Y. finalizou as operações nesta quinta-feira em alta

N.Y. finalizou as operações nesta quinta-feira em alta, a posição setembro atingiu a máxima de +4,25 pontos fechando com +3,60 pts.

 

postado em 13/07/2017 | Há 4 meses

MERCADO INTERNO
 
BOLSAS N.Y. E B.M.F.  
Sul de Minas R$ 465,00 R$ 445,00  
Contrato N.Y.
Fechamento
Variação
Mogiano R$ 465,00 R$ 445,00 Setembro/2017 131,20 +3,60
Alta Paulista/Paranaense R$ 455,00 R$ 435,00 Dezembro/2017 134,80 +3,65
Cerrado R$ 470,00 R$ 450,00 Março/2018 138,25 +3,65
Bahiano R$ 455,00 R$ 435,00  
* Cafés de aspecto bom, com catação de 10% a 20%.
Contrato BMF
Fechamento
Variação
Futuro 2018 - 6/7-15%cat R$ 535,00 R$ 525,00 Setembro/2017 156,00 +5,20
Futuro 2019 - 6/7-15%cat R$ 580,00 R$ 570,00 Dezembro/2017 161,30 +4,85
Dólar Comercial: R$ 3,2080      

 

Após quatro quedas seguidas, o dólar comercial fechou praticamente estável, com leve alta de 0,02%, cotado a R$ 3,2080. O cenário político brasileiro continuou no radar dos investidores. Nesta quinta-feira, o presidente Michel Temer sancionou a reforma trabalhista. De modo geral, o mercado tem esperado que, mesmo que Temer perca seu mandado, a atual política econômica com foco em reformas e controle das contas vai continuar, trazendo um pouco mais de alívio aos investidores. O presidente foi denunciado por corrupção passiva e ainda é investigado por crimes de obstrução de Justiça e organização criminosa, ameaças que podem tirá-lo do cargo. No exterior, influenciou a cotação do dólar nesta sessão o otimismo com a percepção de que o banco central norte-americano não está com pressa para subir os juros. Taxas mais altas na maior economia do mundo têm potencial para atrair recursos hoje aplicados em outros mercados, como o brasileiro.

As exportações totais de café pelo Brasil somaram 32,90 milhões de sacas de 60 kg no ano-safra 2016/17 encerrado em 30 de junho, queda de 7,4 por cento na comparação com o ciclo 2015/16, após o país enfrentar frustrações climáticas nas lavouras do grão do tipo robusta, informou nesta quarta-feira o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé). "Atingimos praticamente 33 milhões de sacas, um número que revela a influência dos fatores climáticos nos últimos dois anos, em que especial na produção de café conilon (robusta)", disse o presidente do Cecafé, Nelson Carvalhaes. De acordo com dados da Companhia Nacional de Abastecimento, o Brasil colheu uma safra recorde de café em 2016, em função do crescimento da produção de arábica, uma vez que a colheita do robusta foi fortemente afetada pela seca. A receita com os embarques do maior exportador global do produto foi de 5,64 bilhões de dólares no ciclo 2016/17, incremento de 5 por cento na mesma comparação. Já o preço da saca enviada ao exterior alcançou uma média de 171,48 dólares em 2016/17, avanço de 13,4 por cento em relação a 2015/16. Segundo o Cecafé, do total exportado na temporada, 28,95 milhões de sacas foram de café arábica, queda de 2 por cento na comparação com a temporada anterior. No caso robusta, as exportações somaram 277,52 mil sacas, expressiva queda de 88,1 por cento frente as 2,32 milhões de sacas na safra anterior. Também foram exportadas 28,82 mil sacas de café torrado e moído e 3,64 milhões de sacas de café solúvel, praticamente estável ante o ano-safra anterior. Assim, o arábica respondeu por 88 por cento de todas as exportações brasileiras de café em 2016/17. Para matéria completa acessem: http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRKBN19X26Y-OBRBS . Fonte: Reuters.

 
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