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Cotações do arábica caem mais de 100 pts nesta tarde de 3ª na Bolsa de Nova York

O mercado realiza ajustes para baixo depois de avançar forte nos últimos dias diante dos temores de geadas no Brasil.

 

postado em 11/07/2017 | Há 4 meses

As cotações futuras do café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Future US) operam com baixa de mais de 100 pontos nesta tarde de terça-feira (11) e perdem o patamar de US$ 1,30 por libra-peso em alguns vencimentos mais próximos. O mercado realiza ajustes para baixo depois de avançar forte nos últimos dias diante dos temores de geadas no Brasil.

Por volta das 12h29 (horário de Brasília), o contrato julho/17 registrava 126,25 cents/lb (fechamento da sessão anterior), o setembro/17, referência de mercado, estava cotado a 127,45 cents/lb com recuo de 115 pontos. Já o vencimento dezembro/17 também caía 115 pontos, a 131,00 cents/lb, e o março/18, mais distante, tinha desvalorização de 115 pontos e estava sendo negociado a 134,40 cents/lb.

Apesar das quedas recentes, o mercado encerrou a semana passada com altas de mais de 2%, com o vencimento setembro/17 saindo de cerca de US$ 1,25 por libra-peso para US$ 1,30/lb. O frio no Brasil reascendeu o temor nos operadores de que geadas poderiam afetar a colheita deste ano e também a produção em 2018. "A maioria das previsões para o Brasil falam em temperaturas baixas, mas não tão frio para causar danos", explica o analista e vice-presidente da Price Futures Group, Jack Scoville.

Mapas climáticos mostram que chuvas podem ser registradas nos próximos dias no Espírito Santo, Zona da Mata de Minas Gerais e Sul da Bahia. Já a temperatura deve continuar estável nas áreas produtoras e sem previsão de geadas. Nas outras áreas, o tempo continuará seco.

No Brasil, por volta das 09h20, o tipo 6 duro era negociado a R$ 445,00 a saca de 60 kg em Espírito Santo do Pinhal (SP) – estável, em Guaxupé (MG) os preços também seguiam estáveis a R$ 455,00 a saca e em Poços de Caldas (MG) estava sendo cotado a R$ 450,00 a saca. Os negócios com café continuam isolados nas praças do Brasil.

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Por: Jhonatas Simião
Fonte: Notícias Agrícolas

 

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