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COTAÇÃO DO CAFÉ - N.Y. finalizou as operações nesta segunda-feira em alta

N.Y. finalizou as operações nesta segunda-feira em alta, a posição maio oscilou entre a mínima -0,35 pontos e máxima de +3,00 fechando com +2,20 pts.

 

postado em 18/04/2017 | Há 3 meses

MERCADO INTERNO
 
BOLSAS N.Y. E B.M.F.  
Sul de Minas R$ 485,00 R$ 475,00  
Contrato N.Y.
Fechamento
Variação
Mogiano R$ 485,00 R$ 475,00 Maio/2017  141,10 +2,20
Alta Paulista/Paranaense R$ 475,00 R$ 455,00 Julho/2017  143,50 +2,25
Cerrado R$ 490,00 R$ 470,00 Setembro/2017  145,75 +2,20
Bahiano R$ 485,00 R$ 475,00  
* Cafés de aspecto bom, com catação de 10% a 20%.  
Contrato BMF
Fechamento
Variação
Futuro 2018 - 6/7-15%cat R$ 560,00 R$ 550,00 Setembro/2017  174,30 +2,60
Futuro 2019 - 6/7-15%cat R$ 590,00 R$ 580,00 Dezembro/2017  179,50 +2,95
Dólar Comercial: R$ 3,1040      

N.Y. finalizou as operações nesta segunda-feira em alta, a posição maio oscilou entre a mínima -0,35 pontos e máxima de +3,00 fechando com +2,20 pts.

O dólar comercial fechou em queda de 1,34%, cotado a R$ 3,1040. O resultado da sessão foi influenciado pela decisão do governo de tentar manter a cronograma de votações das reformas da Previdência e trabalhista no Congresso Nacional, mesmo com as delações no âmbito da operação Lava Jato. As delações de executivos da Odebrecht envolveram diversos ministros do presidente Michel Temer  e importantes políticos da base aliada. A leitura do parecer do relator da reforma da Previdência, Arthur Maia (PPS-BA), está prevista para amanhã. A sessão também foi afetada pela intervenção do Banco Central, que ofertou 16 mil contratos equivalentes à venda futura de dólares, totalizando US$ 800 milhões.

Conforme indica o boletim da Somar Meteorologia, uma frente fria avança pela costa do Sudeste e traz chuva com má distribuição espacial ao Paraná, São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo nesta semana. A temperatura declina, mas não há previsão de frio intenso em nenhuma área produtora. No próximo fim de semana, outra frente fria trará chuva mais intensa ao Paraná e oeste de São Paulo.

Os estoques de café verde dos Estados Unidos fecharam o mês de março de 2017 com alta de 279,08 mil sacas de 60 kg, totalizando 6,72 milhões de sacas, após subirem pouco mais de 120 mil sacas em fevereiro. Os dados foram divulgados em relatório da GCA (Green Coffee Association) nesta segunda-feira (17). O país norte-americano é um dos principais importadores do café brasileiro.De acordo com dados do Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil), as exportações brasileiras do grão em março totalizaram 2,71 milhões de sacas com um decréscimo de 12,7%, na comparação com o mesmo período do ano passado. Já a receita cambial ficou em US$ 473,4 milhões. No total do primeiro trimestre de 2017, os Estados Unidos recuperaram a primeira posição como o país que mais recebeu café exportado do Brasil, representando 19,4% dos embarques no período (1.532.845 sacas). A Alemanha aparece na sequência, com volume bem próximo, 19,3%, (1.524.447 sacas). Itália, Japão e Bélgica também têm destaque no ranking, com 9,8% (772.823 sacas); 6,6% (524.110 sacas) e 6,5% (517.480 sacas), respectivamente. Via Notícias Agrícolas.

Na sexta-feira, 7 de abril, o Conselho Nacional do Café recebeu, conforme acertado durante a rodada de reuniões da OIC, em Londres (ING), a delegação colombiana para uma reunião técnica e de ajuste de posicionamento entre as duas maiores nações produtoras de café arábica do mundo. A Colômbia veio representada pelo gerente geral da Federación Nacional de Cafeteros (FNC), Roberto Vélez; pelo diretor executivo da Federação em Nova York, Juan Esteban Orduz; e por Hernando Duque e Alvaro Gaitan, gerente técnico e diretor do Centro Nacional de Investigaciones de Café (Cenicafé), respectivamente. Vélez destacou que a parceria entre Brasil e Colômbia é fundamental para a produção cafeeira internacional e frisou que, graças aos esforços que os produtores brasileiros realizaram para aumentar a produtividade, o mundo possui produto suficiente para suprir o abastecimento. Entretanto, colombianos e brasileiros detectam algumas ameaças futuras, como as mudanças climáticas, a volatilidade de preços, a concentração da indústria e a sucessão familiar. Para debater essas questões, criando uma agenda dos países produtores de café, será realizado o I Fórum Mundial de Produtores de Café, em Medellín, na Colômbia, de 10 a 12 de julho deste ano. Além de fomentar a união de esforços entre os países produtores, está também será uma oportunidade para acompanhar o primeiro pronunciamento do novo diretor executivo da OIC, José Sette. A respeito das reuniões internacionais, Juan Esteban Orduz destacou que se discute a sustentabilidade social e ambiental, mas nunca a econômica. Nesses fóruns, a indústria sempre está unida e presente, mas não há a participação de representantes de todas as regiões produtoras. Além disso, a agenda discutida é sempre a do setor industrial. E é nesse sentido que surgiu a ideia do Fórum, que pretende tratar exclusivamente da agenda do produtor. Para matéria completa acessem https://goo.gl/Iq9tmz . Fonte CNC via Notícias Agrícolas.

O prazo para apuração da quantidade de café estocado este ano pela setor privado no Brasil foi estendido até a próxima sexta-feira (21). Os formulários preenchidos por indústrias, cooperativas, associações e armazenadores de café de todo o país já estão chegando à área de Informação do Agronegócio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que coordena a pesquisa. Como no ano passado, há duas formas para informar a posição do estoque final de café. Os armazéns ou depósitos que estiverem cadastrados no Sistema de Pesquisa de Estoques Privados (Sipesp) e que receberam a senha de acesso podem preencher as informações online, pelo sistema. Aqueles que não possuem e-mail no Sipesp deverão preencher o boletim enviado pela Companhia e devolver até 21 de abril pelo correio ou pelo email [email protected] também até 14 de abril. Quem não recebeu o boletim deve entrar em contato com a Conab.

 
Infocafé é um informativo diário, da Mellão Martini

 

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