Mercado

COTAÇÃO DO CAFÉ N.Y. finalizou as operações nesta quarta-feira com leve baixa

 

postado em 15/03/2017 | Há 2 meses

MERCADO INTERNO
 
BOLSAS N.Y. E B.M.F.  
Sul de Minas R$ 510,00 R$ 490,00  
Contrato N.Y.
Fechamento
Variação
Mogiano R$ 510,00 R$ 490,00 Maio/2017 140,90 -0,35
Alta Paulista/Paranaense R$ 500,00 R$ 480,00 Julho/2017 143,20 -0,40
Cerrado R$ 515,00 R$ 495,00 Setembro/2017 145,50 -0,35
Bahiano R$ 510,00 R$ 480,00  
* Cafés de aspecto bom, com catação de 10% a 20%.  
Contrato BMF
Fechamento
Variação
Futuro 2018 - 6/7-15%cat R$ 570,00 R$ 560,00 Março/2017 158,60 -0,55
Futuro 2019 - 6/7-15%cat R$ 615,00 R$ 605,00 Setembro/2017 173,30 -0,50
Dólar Comercial: R$ 3,1110 Dezembro/2017 178,95 -0,45

N.Y. finalizou as operações nesta quarta-feira com leve baixa, a posição maio oscilou entre a máxima de +0,95 pontos e mínima de -0,85 fechando com -0,35 pts.

O dólar comercial fechou em queda de 1,83%, cotado a R$ 3,1110. No cenário externo, o banco central dos Estados Unidos (Federal Reserve, ou Fed) decidiu subir a taxa de juros em 0,25 ponto percentual, para a faixa entre 0,75% e 1%, conforme previam os investidores. O banco já havia aumentado a taxa em dezembro, após um ano de manutenção. No anúncio, o Fed sinalizou que deve seguir a previsão de três altas de juros neste ano investidores especulavam se seriam três ou quatro vezes.

Na manhã da última terça-feira, 14 de março, o Conselho Nacional do Café ofereceu um café da manhã à delegação colombiana presente em Londres (ING) para a rodada de reuniões da Organização Internacional do Café. Os representantes colombianos, na oportunidade, reafirmaram seu compromisso em apoiar a candidatura do Brasil para o cargo de diretor executivo da OIC. Confira essa e outras informações, como a parceria que Brasil e Colômbia desenvolverão buscando como enfrentar os desafios globais da cafeicultura, na Rádio CNC.

As chuvas nas duas últimas semanas animaram os produtores de café robusta de Camarões. De acordo com produtores e traders, as precipitações ajudaram a revitalizar os cafezais após meses de estiagem. Os preços domésticos dispararam nas últimas semanas por causa da oferta apertada, mas devem voltar a cair agora que o clima está mais favorável. A expectativa é de que as chuvas contribuam para a florada da próxima safra. Fonte: Dow Jones Newswires via Agência Estado.

A produção de café no Brasil, maior produtor e exportador do grão no mundo, deve ficar abaixo do consumo interno e exportação neste ano, segundo estimativa do presidente da Cooxupé (Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé), Carlos Paulino da Costa, durante entrevista na 2ª Feira de Máquinas e Implementos Agrícolas, em Coromandel (MG). "Dentro de uma média [levando em conta várias estimativas], a produção vai ser inferior ao consumo. A produção está mais ou menos entre 47 a 48 milhões de sacas e o consumo é de 52 a 53 milhões, entre exportação e consumo interno", disse Paulino.Diante desse cenário, os fundamentos para o café deveriam ser positivos. Entretanto, os preços não têm esboçado as altas que poderiam. "O preço do café é uma equação com várias incógnitas e tem outras incógnitas que estão derrubando o preço para baixo", disse o presidente da Cooxupé, que realiza a feira. Paulino acredita ainda que essa depreciação nos preços está ligada aos países concorrentes, como a Colômbia, com alta produção, além do mercado financeiro e o câmbio no Brasil. Para o presidente da cooperativa, os patamares atuais de preço não remuneram bem os produtores. "Os preços entre R$ 470,00 e R$ 500,00 a saca não dão rentabilidade e alguns nem tem lucro. De modo que eles [produtores] têm que estar muito atentos a gestão de sua propriedade para poder sobreviver dentro desse preço". Para matéria completa acessem https://goo.gl/ydx3gl . Fonte: Notícias Agrícolas.

 
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