Mercado

COTAÇÃO DO CAFÉ - N.Y. finalizaram a quinta-feira em alta

 

postado em 09/02/2017 | Há 4 meses

MERCADO INTERNO

 

BOLSAS N.Y. E B.M.F.

Sul de Minas

R$ 535,00

R$ 515,00

 

Contrato N.Y.

Fechamento

Variação

Mogiano

R$ 535,00

R$ 515,00

Março/2017

145,20

+2,30

Alta Paulista/Paranaense

R$ 525,00

R$ 505,00

Maio/2017

147,60

+2,30

Cerrado

R$ 540,00

R$ 520,00

Setembro/2017

152,00

+2,15

Bahiano

R$ 535,00

R$ 505,00

 

* Cafés de aspecto bom, com catação de 10% a 20%.

Contrato BMF

Fechamento

Variação

Futuro 2017 - 6/7-15%cat

R$ 550,00

R$ 540,00

Março/2017

173,80

+2,90

Futuro 2018 - 6/7-15%cat

R$ 600,00

R$ 590,00

Setembro/2017

182,35

+2,85

Dólar Comercial:

R$ 3,1300

Dezembro/2017

187,50

+2,95

As operações em N.Y. finalizaram a quinta-feira em alta, a posição março oscilou entre a mínima de -0,05 pontos e máxima de +2,80 fechando com +2,30 pts.

O dólar comercial fechou em alta de 0,33%, cotado a R$ 3,1300. No cenário interno, a política voltou a ganhar as atenções no Brasil. Investidores acompanhavam os desdobramentos do inquérito da Polícia Federal, no âmbito da operação Lava Jato, que apontou indícios de corrupção passiva e lavagem de dinheiro por parte do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ). No exterior, o mercado seguia preocupado com as eleições na Europa e com a condução do governo do presidente norte-americano, Donald Trump, que tem reforçado seu perfil protecionista.

O Brasil exportou em janeiro 2.563.939 sacas de 60 quilos de café, queda de 8,7% em relação ao mesmo mês de 2016. Segundo dados do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), divulgados hoje, a receita com as vendas externas do produto no primeiro mês do ano somou US$ 449,5 milhões, aumento de 8,3% na comparação com janeiro de 2016. Já o preço médio, de US$ 175,34 a saca, foi 18,6% superior. Do volume total embarcado, 2.386.005 sacas foram de café verde (2.363.887 sacas de arábica e 22.118 sacas de robusta). Já de café industrializado foram embarcadas 177.934 sacas, sendo 174.743 sacas de café solúvel e 3.191 sacas de café torrado e moído. Em nota, o presidente do Cecafé, Nelson Carvalhaes, disse que os dados confirmam as previsões feitas no fim do ano passado, de embarques de 2,5 milhões de sacas. Conforme o Cecafé, a Alemanha foi o principal destino do café brasileiro em janeiro, com 543.859 sacas, ou 21,2% do total, seguida dos Estados Unidos, com 441.885 sacas e 17,2% das exportações. Para a Itália foram 9,9% do café exportado em janeiro, ou 253.806 sacas, para Japão 192.581 sacas (7,5%) e para a Bélgica 188.831 (7,4%). "O principal motivo para os Estados Unidos terem perdido espaço nas importações em comparação com a Alemanha é o cenário nacional desafiador de produção do café conilon (atingido por fatores climáticos), além da redução de compras do café solúvel, que caiu de 38,2 mil em janeiro de 2016 para 22,2 mil em 2017, um decréscimo de 42%", disse Carvalhaes na nota. Ainda assim, ressalva ele, o Brasil continua sendo o principal fornecedor de café para os norte-americanos. No primeiro mês do ano, as exportações de cafés diferenciados (aqueles que têm qualidade superior ou algum tipo de certificado de práticas sustentáveis) corresponderam a 381.635 sacas, ou 14,9% do total. A receita chegou a US$ 80,8 milhões, ou 18% do total exportado. Conforme o Cecafé, o preço médio dos cafés diferenciados foi de US$ 211,78 a saca. No caso dos cafés diferenciados, os Estados Unidos foram os principais compradores, com 76.620 sacas, ou 20% do total. A Alemanha ficou na segunda posição, com 16% do total (59.341 sacas), seguida por Japão, com 13% (51.258 sacas), Bélgica, com 12% (46.536 sacas), e Itália com 11% (40.314 sacas). Ainda conforme o Cecafé, a maior parte do produto exportado (86,6%) saiu pelo porto de Santos. Os portos do Rio de Janeiro ficaram em segundo lugar, com 10% de participação no mês. Fonte: Agência Estado.

Com o objetivo de apresentar resultados desenvolvidos durante a primeira fase de atuação do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia do Café (INCT Café), que corresponde ao período de 2009 a 2016, e para dar início ao novo projeto com prosseguimento do programa de pesquisa em andamento e inclusão de novas áreas com maior abrangência dos temas relacionados à cafeicultura, pesquisadores de diferentes instituições brasileiras vinculados as dez linhas de pesquisa desenvolvidas pelo Instituto, se reuniram nos dias 01 e 02 de fevereiro no anfiteatro da Agência de Inovação do Café (InovaCafé) na Universidade Federal de Lavras (UFLA). “O INCT Café faz parte de uma das maiores iniciativas da ciência e tecnologia do Brasil. O foco do projeto não consiste somente na pesquisa, mas também na formação de recursos humanos, divulgação dos resultados de ciência, tecnologia e inovação, colocando em prática o princípio da educação servindo para a ciência”, explicou o coordenador do Instituto, professor da UFLA, Mário Lúcio Vilela Resende. Através de quatro subprogramas que abrangem um total de dez linhas de pesquisas, o projeto tem a missão de gerar tecnologias apropriadas, competitivas e sustentáveis, por meio da integração de competências institucionais, capacitação de recursos humanos, estímulo à capacidade de inovação e geração de negócios de alto valor agregado na cadeia produtiva do café. Durante os dois dias de trabalho, os pesquisadores que compõem as equipes dos projetos apresentaram os resultados de suas pesquisas, que vêm gerando publicações científicas em diferentes áreas e revistas de renome nacional e internacional, depósitos de patentes, difusão e transferência de tecnologias e inovações com a promoção de eventos voltados ao público-alvo e parcerias com a iniciativa privada. Ao todo são 85 pesquisadores envolvidos, que representam oito instituições públicas de ensino e pesquisa do Brasil: UFLA (que sedia o INCT Café); Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa); Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig); Instituto Agronômico de Campinas (IAC); Instituto Agronômico do Paraná (Iapar); Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper); Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB); e Universidade Federal de Viçosa (UFV). O suporte financeiro é assegurado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e Fundação de Amparo à Pesquisa do estado de Minas Gerais (Fapemig). Para matéria completa acessem https://goo.gl/W5xCgJ . Fonte: Diretoria de Comunicação UFLA.

A Secretaria de Política Agrícola – SPA, do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento – Mapa, por meio do Relatório ‘Informações Estatísticas do Café’, de janeiro de 2017, traz como destaque nas suas análises estatísticas e indicadores uma série dos últimos dez anos do desempenho da cafeicultura, a qual demonstra que os Cafés do Brasil tiveram produtividade média de 26,33 sacas por hectare no ano de 2016, desempenho que representa um recorde histórico do setor. Até então a maior produtividade verificada no País havia sido a de 2012 com 24,8 sacas por hectare. De acordo com os dados do Mapa, com base na 4ª Estimativa da Safra de Café da Companhia Nacional de Abastecimento – Conab, de dezembro de 2016, o Brasil produziu no ano passado 51,369 milhões de sacas de 60kg de café numa área de 1,95 milhão de hectares, o que permitiu atingir essa produtividade que representa um recorde histórico. O Observatório do Café do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café, publica sistematicamente no seu site os relatórios contendo as ‘Informações Estatísticas do Café’, assim como os ‘Levantamentos da Safra de Café’, entre vários outros documentos e análises do desempenho do setor em nível nacional e internacional, que permitem   conferir esses números e respectivas análises. Para matéria completa acessem https://goo.gl/0cSyt8 . Fonte: Embrapa.
 
 
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