Produção

Itapetininga terá curso de especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho com foco no agronegócio

O curso de pós-graduação oferecido pelo Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec) atenderá profissionais da cidade paulista e região de Sorocaba

 

postado em 03/02/2017 | Há 4 meses

O curso de pós-graduação oferecido pelo Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec) atenderá profissionais da cidade paulista e região de Sorocaba

Atento à expansão do agronegócio brasileiro e dedicado à especialização e qualificação profissional, o Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec) escolheu a cidade de Itapetininga, no interior paulista, como um dos polos de pós-graduação em engenharia de segurança do trabalho.

O curso lato sensu terá início no dia 24 de março, tendo como diferencial a aplicação de conhecimentos específicos em agricultura junto à grade regular para especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho. Ou seja, além das disciplinas regulares previstas para que o profissional se especialize e atue em qualquer área da engenharia, o curso de pós-graduação do Isitec também contará com um módulo específico sobre o campo, abordando, por exemplo, as condições de segurança e o meio ambiente do trabalho nas atividades rurais, ampliando as possibilidades de atuação em atividades rurais e no agranegócio.

O diretor de Extensão e Pós-graduação do Isitec, Antonio Octaviano, ressalta o protagonismo do instituto na aplicação do curso e as possibilidades de atuação para os profissionais que vierem a se especializar. “É um curso inédito no Brasil e chega à Itapetininga para atender engenheiros e arquitetos dessa cidade que buscam atualizar os seus conhecimentos e, também, daqueles que estão na região de Sorocaba. Além de uma pós-graduação, o curso garante uma nova habilitação profissional, como engenheiro de Segurança do Trabalho, permitindo atuar em uma nova área em adição a sua formação original”, destaca.

Segundo Octaviano, o Isitec inova ao associar conhecimentos específicos da agricultura ao novo curso, já que essa é uma área de atuação importante e ainda carente de profissionais especializados. “Normalmente, os cursos de segurança no trabalho são voltados para as áreas urbanas e industriais. Esse novo foco proposto sob o aspecto de atuação no campo foi levado em conta para produção, geração de emprego e renda e, ainda, serão considerados os aspectos regionais de cada município onde se dará a pós”, explica, lembrando que o curso foi concebido a partir de entendimentos iniciais com a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) e sindicatos rurais das regiões (filiados à Faesp).

A coordenação técnica do curso é do professor Celso Atienza, renomado especialista em Engenharia de Segurança do Trabalho. Segundo o coordenador, o objetivo é expandir a qualificação dos profissionais para a promoção do agronegócio. “Precisamos de uma agricultura com práticas cada vez mais sustentáveis, executadas por técnicos que tenham a capacidade para acompanhar o avanço tecnológico representados pelo surgimento de novos equipamentos, novos métodos e processos de trabalho. Tivemos a preocupação em formatar um curso que pense em geração de empregos, em sustentabilidade e em criar melhores condições de trabalho”, completou Atienza.

As aulas serão ministradas semanalmente, aos finais de semana, com carga horária de 680 horas e duração de dois anos – sextas à noite e sábados nos períodos manhã e tarde. As inscrições já podem ser feitas na delegacias sindical  do Sindicato dos Engenheiros de São Paulo (SEESP) de Sorocaba.

Informações:

O curso terá duração de dois anos, com investimento em 24 parcelas mensais no valor de R$ 700. O valor permanecerá o mesmo durante os dois anos do curso.

Associados SEESP têm 10% de desconto. O mesmo percentual de desconto também será aplicado aos profissionais vinculados ao Sinaenco e ao Sinduscon e aos profissionais registrados e em dia com o pagamento da anuidade junto ao Crea-SP.

Isitec: O Isitec é uma instituição de ensino superior que em 2015 passou a oferecer o curso de graduação engenharia da inovação, sendo a primeira faculdade no país estruturada e mantida por uma entidade de trabalhadores, o Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (SEESP).

 

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