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COTAÇÃO DO CAFÉ - N.Y. finalizaram a sexta-feira com leve queda

As operações em N.Y. finalizaram a sexta-feira com leve queda, a posição março oscilou entre a máxima de +0,75 pontos e mínima de -1,70 fechando com -0,90 acumulando na semana +5,80 pts.

 

postado em 06/01/2017 | Há 2 semanas

MERCADO INTERNO

 

BOLSAS N.Y. E B.M.F.

Sul de Minas

R$ 515,00

R$ 485,00

 

Contrato N.Y.

Fechamento

Variação

Mogiano

R$ 515,00

R$ 485,00

Março/2017

142,85

-0,90

Alta Paulista/Paranaense

R$ 505,00

R$ 475,00

Maio/2017

145,15

-0,90

Cerrado

R$ 520,00

R$ 490,00

Setembro/2017

149,50

-0,85

Bahiano

R$ 515,00

R$ 475,00

 

* Cafés de aspecto bom, com catação de 10% a 20%.

Contrato BMF

Fechamento

Variação

Futuro 2017 - 6/7-15%cat

R$ 520,00

R$ 510,00

Março/2017

171,00

+0,10

Futuro 2018 - 6/7-15%cat

R$ 560,00

R$ 550,00

Setembro/2017

179,00

-1,15

Dólar Comercial:

R$ 3,2220

Dezembro/2017

183,80

-1,10

As operações em N.Y. finalizaram a sexta-feira com leve queda, a posição março oscilou entre a máxima de +0,75 pontos e mínima de -1,70 fechando com -0,90 acumulando na semana +5,80 pts.

O dólar comercial quebrou uma sequência de três quedas e fechou em alta de 0,74%, cotado a R$ 3,2220. Apesar de subir no dia, o dólar encerra a semana com desvalorização acumulada de 0,86%. No cenário externo, investidores analisavam dados sobre a economia dos Estados Unidos. Nesta sexta, foi divulgado que a criação de vagas de trabalho no país aumentou menos do que o esperado em dezembro. No entanto, o aumento no nível dos salários verificado abre espaço para crescimento mais forte da economia e novos aumentos da taxa de juros neste ano.

Conforme indica o boletim da Somar Meteorologia, linhas de instabilidade mantêm a chuva forte sobre boa parte das Regiões Centro-Oeste e Nordeste, distante das áreas produtoras de café do Brasil. Nos próximos dias, espera-se apenas precipitação com baixo acumulado no Paraná, São Paulo, Bahia e a maior parte de Minas Gerais. Já no Espírito Santo, o tempo permanecerá seco. Na próxima semana, a chuva forte retorna ao centro e sul do Brasil atingindo áreas produtoras do Paraná, São Paulo e oeste e sul de Minas Gerais.

A Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), realiza de 17 a 20 de janeiro as quatro etapas do Júri Popular do seu 13º Concurso Nacional de Qualidade do Café. Grupos de no mínimo dez consumidores de São Paulo, Paraná, Espírito Santo e Bahia (estados que participam do certame) vão ajudar na seleção dos melhores cafés finalistas, provando cada um e pontuando a qualidade global na xícara. O resultado somará 15% na nota final dos 8 lotes previamente selecionados, em dezembro, pelo Júri Técnico, composto por provadores e especialistas. A primeira etapa será realizada dia 17 na capital paulista, na Escola Senai “Horácio Augusto da Silveira”, no bairro da Barra Funda. A segunda etapa será em Londrina, dia 18, no IAPAR – Instituto Agronômico do Paraná. No dia 19 acontecerá a etapa do júri capixaba, que se reunirá na sede da FINDES – Federação das Indústrias do Espírito Santo. E encerrando a maratona, está a etapa com os consumidores baianos, que se reunirão no dia 20 na sede da FIEB – Federação das Indústrias do Estado da Bahia. Os trabalhos começam com uma palestra, a ser feita por um profissional da ABIC, sobre o Programa de Qualidade do Café (PQC), cuja metodologia é única no mundo, pois analisa as propriedades do produto já torrado e moído, da mesma forma que o consumidor encontra nas prateleiras dos supermercados. Na sequência, os participantes provarão separadamente e às cegas (sem saber a origem) o café de cada lote, preparado em filtro. Eles farão a seleção seguindo o método da escala hediônica, expressando o grau de gostar ou desgostar, de forma geral, ou em relação a um atributo específico (fragrância, aroma, acidez, amargor, adstringência, corpo e sabor). A ABIC optou por este tipo de avaliação por ser amplamente utilizada na mensuração de atributos sensoriais de alimentos e entre testes de preferência. Esta é a segunda edição do Concurso a contar com a participação dos consumidores. A criação deste inédito Júri Popular foi idealizada em 2015 pela ABIC com o objetivo de incluir a opinião e percepção sensorial dessas pessoas, que gostam de café, na escolha dos melhores grãos do Brasil. Além disso, com essa divisão das etapas por estado participante, a ABIC leva em consideração as diferenças de hábitos e costumes dos consumidores de cada região. Para matéria completa acessem http://www.abic.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=304. Fonte: Abic.
 
 
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