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Programa de Aplicação Responsável da Dow AgroSciences finaliza 2016 com mais de 3.500 pessoas treinadas em todo o Brasil

O Programa, que existe desde 2010 e já treinou mais de 16.000 profissionais do campo até hoje, foi desenvolvido com o intuito de apresentar os conceitos de boas práticas na aplicação de defensivos agrícolas,

 

postado em 15/12/2016 | Há 4 meses

O Programa de Aplicação Responsável, um dos projetos de Boas Práticas Agrícolas da Dow AgroSciences, desenvolvido em parceria com a Universidade Estadual Paulista (UNESP) de Botucatu, encerra 2016 com mais de 3.500 produtores rurais treinados em 165 cidades do país, passando pelos cultivos de soja, milho, cana-de-açúcar, campos de sementes, e também por agricultura familiar e hortifruti, novidades deste ano.
 
O Programa, que existe desde 2010 e já treinou mais de 16.000 profissionais do campo até hoje, foi desenvolvido com o intuito de apresentar os conceitos de boas práticas na aplicação de defensivos agrícolas, além de conscientizar e incentivar a adoção destas iniciativas, a fim de otimizar recursos, reduzir o impacto no meio ambiente e prover maior sustentabilidade para o agronegócio.
 
A coordenadora de Boas Práticas Agrícolas da Dow AgroSciences, Ana Cristina Pinheiro, destaca a importância dos treinamentos e reitera a expectativa da continuidade do programa em 2017. “Comprometida com a sustentabilidade em toda a cadeia produtiva, a Dow AgroSciences defende a qualidade e segurança na aplicação de defensivos e temos como meta disseminar a importância das boas práticas agrícolas com foco nos conceitos de tecnologia de aplicação a um número cada vez maior de profissionais”.
 
O investimento em tecnologia e educação está dentro dos objetivos da empresa que foca na importância dos treinamentos para a capacitar e disseminar as melhores recomendações por meio de práticas integradas em todas as etapas do processo de cultivo e produção. “Esse Programa mostra o comprometimento da companhia com a sustentabilidade do agronegócio, o que nos inspira a trabalhar mais e melhor na criação de tecnologias que auxiliem os produtores no seu dia-a-dia”, reforça Ana Cristina.

 

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