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COTAÇÃO DO CAFÉ - N.Y. finalizou as operações nesta terça-feira em baixa

N.Y. finalizou as operações nesta terça-feira em baixa, a posição março oscilou entre a máxima de +0,75 pontos e mínima de -4,15 fechando com -3,60 pts.

 

postado em 29/11/2016 | Há 1 semana

MERCADO INTERNO

 

BOLSAS N.Y. E B.M.F.

Sul de Minas

R$ 560,00

R$ 535,00

 

  Contrato N.Y.

  Fechamento

  Variação

Mogiano

R$ 560,00

R$ 535,00

Dezembro/2016

149,90

-3,10

Alta Paulista/Paranaense

R$ 550,00

R$ 525,00

Março/2017

153,05

-3,60

Cerrado

R$ 565,00

R$ 540,00

Maio/2017

155,35

-3,55

Bahiano

R$ 560,00

R$ 525,00

 

* Cafés de aspecto bom, com catação de 10% a 20%.

Contrato BMF

Fechamento

  Variação

Futuro 2017 - 6/7-15%cat

R$ 630,00

R$ 610,00

Dezembro/2016

177,45

-5,05

Futuro 2018 - 6/7-15%cat

R$ 670,00

R$ 650,00

Março/2017

181,70

-4,55

Dólar Comercial:

R$ 3,3960

Setembro/2017

189,55

-4,60

N.Y. finalizou as operações nesta terça-feira em baixa, a posição março oscilou entre a máxima de +0,75 pontos e mínima de -4,15 fechando com -3,60 pts.

O dólar comercial fechou em alta de 0,33%, cotado a R$ 3,3960.   No mercado externo, o dólar foi influenciado pela queda nos preços do petróleo no mercado global. Há sinais de que os principais exportadores da matéria-prima estejam com dificuldades para chegar a um acordo sobre corte na produção. A Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) se reunirá nesta quarta-feira em Viena em busca de implementar um acordo, anunciado em setembro, para reduzir a produção em cerca de 1 milhão de barris por dia. O objetivo é reduzir o excesso de oferta mundial do produto. No Brasil, estava prevista para acontecer ainda hoje a votação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que limita o crescimento dos gastos públicos em primeiro turno no Senado.

Ações para reduzir as barreiras tarifárias impostas por vários países ao café solúvel do Brasil serão realizadas com uma campanha inédita lançada nesta sexta-feira pela Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). O projeto, com investimento de 1,3 milhão de reais, faz parte do plano estratégico de longo prazo estabelecido pelos empresários do segmento do café solúvel, que tem como objetivo aumentar em 50 por cento as exportações brasileiras de café solúvel em dez anos. Em 2015, a indústria de solúvel do Brasil exportou o equivalente a 3,6 milhões de sacas de 60 kg, segundo dados da Abics --o volume representa cerca de 10 por cento das exportações totais de café do Brasil, dominadas por grãos verdes. O plano, que será desenvolvido junto com a Apex a partir de 2017, terá como foco 22 países, dos quais alguns estão sendo indicados como prioritários --entre eles Turquia, Ucrânia, Malásia, Indonésia e os Emirados Árabes, informou a Abics. Os percentuais de sobretaxa ao solúvel do Brasil variam de 5 por cento a 30 por cento, segundo a Abics, cuja diretoria aprovou a campanha durante o 24º Encafé, encontro da indústria de torrefação que acontece em Una (BA) até o sábado. Fonte: Reuters.

Na última segunda-feira, 28, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) deu início à nona etapa de fiscalização dos estoques públicos nos 26 Estados do País e no Distrito Federal. Esta operação envolverá 60 fiscais que irão visitar 156 armazéns públicos e privados responsáveis pela armazenagem de 824,2 mil toneladas de produtos como arroz, feijão, milho, café, trigo, farinha e fécula de mandioca. Esta é a última etapa de fiscalização de 2016. Nas oito etapas anteriores foram fiscalizadas 5,12 milhões de toneladas de grãos e outros produtos estocados em 625 unidades armazenadoras, em uma operação que envolveu 157 fiscais. Deste total, 1,33 mil t foram classificadas com rebaixamento de qualidade, 31 toneladas foram desclassificadas e 3,2 mil toneladas foram enquadradas em perdas de armazenagem. Também foi identificado desvio de 65,7 mil toneladas. Em todos os casos, os armazenadores terão que restituir a estatal em produto ou em dinheiro, conforme contrato de quebra zero assinado entre as partes. Os desvios são informados ao Ministério Público e à Polícia Federal e armazenadora fica impossibilitada de operar com a Companhia por dois anos. Fonte: Conab.
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