Mercado

COTAÇÃO DO CAFÉ N.Y. finalizou a segunda-feira em campo positivo,

N.Y. finalizou a segunda-feira em campo positivo, a posição março oscilou entre a mínima de -0,95 pontos e máxima de +1,75 fechando com +1,25 pts. No mercado cambial o dólar comercial fechou em queda de 0,85%, cotado a R$ 3,3850.

 

postado em 28/11/2016 | Há 1 semana

MERCADO INTERNO

 

BOLSAS N.Y. E B.M.F.

Sul de Minas

R$ 570,00

R$ 545,00

 

  Contrato N.Y.

  Fechamento

  Variação

Mogiano

R$ 570,00

R$ 545,00

Dezembro/2016

153,00

+0,70

Alta Paulista/Paranaense

R$ 560,00

R$ 535,00

Março/2017

156,65

+1,25

Cerrado

R$ 575,00

R$ 550,00

Maio/2017

158,90

+1,20

Bahiano

R$ 570,00

R$ 535,00

 

* Cafés de aspecto bom, com catação de 10% a 20%.

Contrato BMF

Fechamento

Variação

Futuro 2017 - 6/7-15%cat

R$ 640,00

R$ 620,00

Dezembro/2016

182,50

-1,55

Futuro 2018 - 6/7-15%cat

R$ 680,00

R$ 660,00

Março/2017

186,25

+0,35

Dólar Comercial:

R$ 3,3850

Setembro/2017

194,15

+1,45

N.Y. finalizou a segunda-feira em campo positivo, a posição março oscilou entre a mínima de -0,95 pontos e máxima de +1,75 fechando com +1,25 pts. No mercado cambial o dólar comercial fechou em queda de 0,85%, cotado a R$ 3,3850.

O boletim da Somar Meteorologia indica que depois de algumas semanas com chuva no centro do Brasil, a precipitação retorna para áreas produtoras do Paraná e oeste de São Paulo com acumulado mínimo de 20 milímetros nas próximas 72 horas. Também chove de forma generalizada na Mogiana e no sul e oeste de Minas Gerais. Posteriormente, entre a quinta e sexta-feira, a chuva também avança para a Zona da Mata e Espírito Santo. Na primeira metade da próxima semana, a chuva forte retorna ao sul da Bahia.

As exportações de café pelo Vietnã devem subir 2,6% em novembro ante outubro para 120 mil toneladas, segundo informou nesta segunda-feira o Departamento de Alfândegas do país. Para o acumulado de janeiro a novembro, a projeção é de alta de 37,7% ante igual período de 2015, para 1,64 milhão de toneladas. O Vietnã é o segundo maior produtor mundial de café, atrás apenas do Brasil. Fonte: Dow Jones Newswires via Agência Estado.

O segmento de cafés em cápsulas deverá ser o que mais deve crescer até 2020 no Brasil, se comparado aos de cafés em pó e em grão. Mesmo assim, continuará sendo o de menor participação dentro do consumo nacional da commodity, afirmou Andre Mendes, consultor da Euromonitor International, durante palestra no 24° Encontro Nacional das Indústrias de Café (EnCafé), realizado pela Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), em Una (BA). Conforme as projeções divulgadas por Mendes, atualmente os cafés em cápsulas correspondem a 0,9% de todo o mercado de café, ante 81% do produto em pó e 18% do café em grão. Até 2020, porém, esses porcentuais deverão passar para 1,5%, 80% e 18%, respectivamente. Só no caso das cápsulas, serão demandadas 18 mil toneladas de café, ante 7 mil toneladas hoje em dia. "O varejo já está se adaptando a esse movimento e colocando mais cápsulas nas gôndolas", afirmou o consultor. Ainda segundo ele, "as cápsulas servem de entrada para o segmento Premium, fazendo com que os consumidores desenvolvam uma relação de maior proximidade com o café", concluiu. Fonte: Agência Estado.
 
 
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