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COTAÇÃO DO CAFÉ - N.Y. encerrou as operações desta quinta-feira com valorização de 1,50 pontos

 

postado em 22/12/2011 | Há 6 anos

Infocafé de 22/12/11    

 
MERCADO INTERNO
 
BOLSAS N.Y. E B.M.F.
Sul de Minas R$ 510,00 R$ 470,00  
Contrato N.Y.
Fechamento
Variação
Mogiano R$ 510,00 R$ 470,00 Março/2012 221,40 +1,50
Alta Paulista/Paranaense R$ 480,00 R$ 460,00 Maio/2012 224,15 +1,45
Cerrado R$ 520,00 R$ 480,00 Setembro/2012 228,60 +1,50
Bahiano R$ 480,00 R$ 460,00  
* Cafés de aspecto bom, com catação de 10% a 20%.
Contrato BMF
Fechamento
Variação
Cons Inter.600def. Duro R$ 370,00 R$ 350,00 Março/2012 299,40 +0,20
Cons Inter. 8cob. Duro R$ 390,00 R$ 375,00 Setembro/2012 284,75 +0,75
Dólar Comercial: R$ 1,8520 Dezembro/2012 284,40 +0,70

N.Y. encerrou as operações desta quinta-feira com valorização de 1,50 pontos na posição março, após variar entre a mínima de -1,25 e máxima de +3,50 pontos.
 
O dólar fechou com queda de 0,22% nesta quinta-feira, sem notícias fundamentais. No exterior,  as principais informações vieram dos Estados Unidos, o que pode justificar o movimento do dólar em relação a boa parte das moedas. O número de trabalhadores norte-americanos que entrou pela primeira vez com pedido de auxílio-desemprego recuou 4 mil, para 364 mil, após ajustes sazonais, na semana até 17 de dezembro, informou o Departamento de Trabalho dos EUA. O número de novos pedidos é o menor desde a semana que terminou em 19 de abril de 2008 e ocorre pela terceira semana seguida. Os economistas esperavam alta de 14  mil solicitações para 380 mil.   O PIB final dos EUA mostrou crescimento anualizado de 1,8% no terceiro trimestre. Embora tenha sinalizado o mais forte desempenho da economia no ano, a alta foi menor que a previsão anterior, que apontou expansão de 2%, mesmo número esperado pelos economistas.  
Internamente, o  Banco Central divulgou  hoje o último Relatório Trimestral de Inflação do ano. Ainda que sem fazer preço no mercado de câmbio, um box incluído no documento do quarto trimestre traz cálculos que não sustentam a tese de que a evolução da taxa básica de juros tenha influência na taxa de câmbio, ao menos para o Brasil e outras economias da América Latina. "Outras forças são mais importantes para definir rumo do câmbio", afirmou o diretor de Política Econômica do   Banco Central, Carlos Hamilton. "Houve época que a taxa de juros no País chegou 49% e o câmbio não era tão apreciado", completou. Segundo ele, os termos de troca devem ter papel mais preponderante do que a política monetária na definição dos rumos do câmbio no País.  Agência Estado 
 
O Ministério da Agricultura, com recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), liberou mais R$ 294,5 milhões para a cafeicultura no período de 1º a 21 de dezembro, informa a Pasta em nota. O dinheiro deve ser aplicado na contratação de linhas de crédito para custeio (R$ 129,4 milhões), estocagem (R$ 6 milhões), financiamento para aquisição de café (R$ 124,1 milhões) e para recomposição de dívidas (R$ 35 milhões).   O valor consolidado das liberações do Funcafé até esta data foi de R$ 1,7 bilhão. O restante deverá ser disponibilizado aos agentes financeiros até o primeiro semestre de 2012. As contratações para financiamentos de  estocagem vão até 31 de janeiro, e de custeio, até 31 de julho de 2012.
 
As exportações de café do Quênia recuaram 0,6% em outubro, para 3.298 toneladas, ante 3.317 toneladas em setembro, informou o Escritório Nacional de   Estatísticas do país. A receita com as exportações caiu para 2,133 bilhões de xelins quenianos (US$ 25,54 milhões), ante 2,161 bilhões de xelins anteriormente, disse o escritório, sem explicar porque as exportações caíram.  A safra de café do Quênia em 2011/12 (outubro a setembro) está estimada em 54 mil toneladas, ante 50 mil toneladas no ano anterior. A alta se deve aos melhores cuidados com as lavouras diante dos altos preços depois de anos de negligência, de acordo com o Conselho de Café do Quênia.  O país exporta cerca de 98% de seu café, principalmente para a União Europeia, Estados Unidos, Oriente Médio, Canadá e Coreia do Sul. As informações são da Dow Jones.
 
A produção de café da Guatemala estimada em 3,7 milhões de sacas provavelmente vai totalizar cerca de 3,5 milhões de sacas, de acordo com o presidente da Associação de Café Guatemalteca, Ricardo Villanueva. "O café que esperávamos não está fluindo em nenhuma das regiões", afirmou. Houve danos causados por fungos em algumas lavouras, com excesso de chuvas em outubro. Apesar das previsões de redução da colheita, Villanueva não acredita que produtores terão problemas para obter os volumes para a bolsa ICE Futures US. As informações são da Dow Jones.
 
O café hondurenho deve despertar um interesse maior das torrefadoras que buscam grãos arábica lavados da América Central, onde o clima adverso danificou lavouras de outros países. Honduras espera que a produção supere o recorde da temporada anterior, de 3,8 milhões de sacas. "Temos muitos contratos com compradores internacionais", especialmente no Japão, em Taiwan e na Coreia do Sul, disse o gerente técnico do Instituto Hondurenho de Café (Ihcafé), Mario Ordonez. "Temos capacidade para fornecer", disse. As informações são da Dow Jones.
 
A colheita de café do México está se desenvolvendo conforme o esperado, disse Gabriel Barreda, presidente do Sindicato Nacional dos Produtores de Café. O estado de Veracruz, no sul do país, deve produzir cerca de 1,2 milhão de sacas, até 20% mais do que na temporada 2010/11. "As condições climáticas têm sido muito melhores neste ano", afirmou ele, acrescentando que quase 30% das cerejas do estado já foram colhidas. Já em Chiapas, principal região produtora, colherá entre 5% e 10% mais que no ano-safra anterior. Segundo ele, a produção mexicana deve ser 10% a 15% maior em 2011/12, acrescentou ele. As informações são da Dow Jones.

 

Infocafé é um informativo diário, da Mellão Martini
 

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