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COTAÇÃO DO CAFÉ - Mercado cafeeiro encerrou as operações desta terça-feira com valorização, sustentado pela queda na cotação do dólar, juntamente com

 

postado em 27/09/2011 | Há 5 anos

Infocafé de 27/09/11    

 
MERCADO INTERNO
 
BOLSAS N.Y. E B.M.F.
Sul de Minas R$ 535,00 R$ 505,00  
Contrato N.Y.
Fechamento
Variação
Mogiano R$ 535,00 R$ 505,00 Dezembro/2011 240,85 +4,90
Alta Paulista/Paranaense R$ 520,00 R$ 490,00 Março/20124 243,95 +4,85
Cerrado R$ 550,00 R$ 520,00 Maio/2012 245,20 +4,90
Bahiano R$ 520,00 R$ 490,00  
* Cafés de aspecto bom, com catação de 10% a 20%.
Contrato BMF
Fechamento
Variação
Cons Inter.600def. Duro R$ 350,00 R$ 295,00 Dezembro/2011 320,60 +6,25
Cons Inter. 8cob. Duro R$ 370,00 R$ 340,00 Março/2012 321,70 +6,15
Dólar Comercial: R$ 1,8090 Maio/2012 308,95 +6,15

O mercado cafeeiro encerrou as operações desta terça-feira com valorização, sustentado pela queda na cotação do dólar, juntamente com compras por parte de torrefadores, especuladores e fundos. Em NY a posição dezembro atingiu a máxima de 10,60 pontos, fechando com +4,90.
 
O dólar fechou em queda de 1,31%, acompanhando o otimismo do mercado internacional. As bolsas operaram em alta, reagindo, desde o início do dia, à expectativa de que a expansão da Linha de Estabilidade Financeira Europeia (EFSF, na sigla em inglês) seja aprovada. No início da tarde, o Parlamento da Grécia aprovou em votação final, a expansão desse fundo de resgate europeu. Outro fator que ajudou no recuo do dólar foi a fala do presidente do BC, Alexandre Tombini, durante audiência no Senado. Tombini garantiu que atuará se perceber falta de liquidez no câmbio e prometeu também que abrirá linha de financiamento à exportação, se necessário. Além disso, ele reafirmou a política de câmbio flutuante, dizendo que seria "loucura" mexer no regime atual e avisou que está de olho na velocidade e na funcionalidade do mercado.  Embora a ampliação do fundo de resgate europeu precise ser aprovada pelos Parlamentos dos 17 membros do bloco e ainda não se sabe de quanto será esta ampliação, a notícia é positiva e trouxe alento aos negócios. "Essa notícia é boa (aprovação da expansão do EFSF em votação oral) e quanto mais próximo ficar de 1 trilhão de euros, mais o mercado fica empolgado, porém temos que  lembrar que o mercado é cíclico e reage a cada nova notícia", segundo operadores.
 
A Índia retirou a candidatura para a liderança da Organização Internacional do Café (OIC). Dessa forma, restam apenas o Brasil e o México na disputa do cargo de diretor executivo da entidade.  A decisão do candidato indiano, Krishna Rau, foi no final das atividades do segundo dia da reunião anual da OIC, segundo fontes. As reuniões ocorrem a portas fechadas e não há informações oficiais. Apesar da retirada da Índia, os representantes da OIC ainda não encontraram consenso sobre o nome do novo diretor executivo. Amanhã, as partes devem continuar tentando chegar a uma solução de comum acordo. O processo somente seguirá para votação se a ausência de acordo persistir. Tradicionalmente, a liderança da entidade é obtida por consenso. Diante da disputa, não é possível prever se o novo líder da entidade será anunciado amanhã. Os participantes têm até sexta-feira, quando termina a reunião anual, para decidir. O Brasil tenta emplacar o nome de Robério Silva, diretor do Departamento do Café do Ministério da Agricultura. Também está concorrendo Rodolfo Taubert, do México. A delegação brasileira é liderada pelo subsecretário-geral de Assuntos Econômicos e Tecnológicos do Itamaraty, Valdemar Carneiro Leão, e conta com políticos nacionais. A disputa pela liderança da OIC foi aberta em razão da saída do colombiano Nestor Osório, para representar seu país na Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York. Atualmente, o brasileiro José Sette é o diretor executivo interino.


 

Infocafé é um informativo diário, da Mellão Martini
 

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