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Após paralisação, pesquisadores da Embrapa ameaçam entrar em greve

Trabalhadores exigem reajuste dos salários e fim de demissões injustificadas

 

postado em 24/06/2011 | Há 6 anos

País | 24/06/2011 | 18h18min


Letícia de Oliveira | Brasília (DF)

Depois de três dias de paralisação, os pesquisadores da Embrapa ameaçam entrar em greve a partir de terça, dia 28. Eles exigem reajuste dos salários e o fim de demissões injustificadas.

A faixa em frente a uma das unidades da Embrapa em Brasília revela o clima de descontentamento entre os funcionários. Os pesquisadores querem aumento de 10,51% nos salários, novos valores de auxílio-alimentação e o fim de demissões consideradas arbitrárias.

– O indicativo é de que a gente entre em greve por tempo indeterminado a partir de terça-feira caso a Embrapa não dê nenhum passo no sentido de permanecer a negociação – disse Cássio Curi, presidente do Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário.

A diretoria da Embrapa deve apresentar uma resposta aos trabalhadores na próxima segunda, dia 27. Mas já adiantou que não vai oferecer mais do que os 6,51% de reajuste salarial.

– Nós estamos em uma conjuntura onde há uma necessidade de ajustes econômicos e financeiros e estamos seguindo a determinação de apresentar apenas a recomposição salarial, que é o IPCA – observou José Faustino dos Santos Filho, presidente da Comissão de Negociação da Embrapa.

Os trabalhadores decidem se entram ou não em greve em assembléia que será realizada na segunda, dia 27.


 
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