Consumo

TORREFAÇÃO - Café Coamo e Sollus tem o selo de pureza ABIC

 

postado em 27/05/2011 | Há 6 anos


Preocupada com a qualidade de seus produtos, a Coamo com a sua linha alimentícia de cafés é associada do selo de pureza Associação Brasileira da Indústria do Café (ABIC), marca registrada da entidade, que atesta a garantia de pureza do produto.

 
O selo regulamenta tecnicamente o café torrado em grão e o café torrado e moído. Uma série de determinações faz parte das normativas, que segundo a ABIC garantem ao varejo a aquisição de um café puro para vender aos seus consumidores.

Pioneiro - O programa do selo de pureza é pioneiro no setor de alimentos e bebidas e hoje certifica 1.111 marcas de 466 indústrias associadas. Hoje, data em que se comemora o Dia Nacional do Café, será lançada a nova campanha do selo de pureza ABIC, que neste ano completa 22 anos. Diante disso, indústrias de café se mobilizarão em parceria com a ABIC para valorizar os cafés certificados. De acordo com a ABIC, todo o varejo supermercadista e clientes vão preferir a segurança que o selo lhes dará.

Adepta - A Coamo já é adepta do Programa de Qualidade (PQC) da Abic, que é um passo decisivo para reorientar o setor e, consequentemente, mudar a percepção do consumidor fazendo com que este abandone a crença de que os cafés são todos iguais. E para mudar esta percepção é condição que este seja constantemente impactado pela informação. De acordo com o Superintendente Comercial, Alcir Goldoni, o selo ABIC é a garantia da qualidade dos alimentos e do respeito para com os consumidores dos produtos Coamo. Ele salienta que a Coamo se preocupa com esse aspecto, além de apoiar a campanha da ABIC.

Café puro - O programa do Selo de Pureza foi criado para reverter a queda no consumo que vinha sendo registrada principalmente no decorrer da década de 1980. Os brasileiros estavam deixando de tomar café num veto silencioso contra a baixa qualidade do produto e a sua adulteração. Enquanto em 1965 o consumo per capita era de 4,72 kg por habitante/ano, em 1985 caiu para 2,27 kg. Esse foi o grande alerta que fez a ABIC apresentar, em 1987, ao hoje extinto IBC - Instituto Brasileiro do Café, a primeira proposta de as indústrias se auto fiscalizarem. Em 10 de novembro de 1988 foi baixada pelo IBC a Resolução N. 80, que transferia para a ABIC o monitoramente da qualidade do setor, assim como todas as despesas com coletas e análises de amostras de café. Desde então, mais de 52 mil amostras já foram coletadas e analisadas.

Mercado - Todas essas ações, iniciadas com o Selo de Pureza, primeiro programa setorial de certificação de qualidade de alimentos no Brasil, que visava sanear o setor, impedindo a atuação de empresas que fraudavam seus cafés, e distinguindo aquelas que respeitavam o consumidor, resultaram em um grande crescimento do mercado. Dos pouco mais de 6 milhões de sacas industrializadas em 1985, tem-se hoje uma demanda superior a 19,1 milhões de sacas. O melhor de tudo: um crescimento conquistado devido aos consumidores, que já reconhecem a melhora da qualidade do café que lhes têm sido oferecido e comemoram tomando mais xícaras a cada dia.

 

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