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COTAÇÃO DO CAFÉ O Mercado cafeeiro voltou a registrar valorização nesta quarta-feira

 

postado em 20/04/2011 | Há 7 anos

Infocafé de 20/04/11.    

 
MERCADO INTERNO
 
BOLSAS N.Y. E B.M.F.
Sul de Minas R$ 550,00 R$ 530,00  
Contrato N.Y.
Fechamento
Variação
Mogiano R$ 550,00 R$ 530,00 Maio/2011 294,40 +3,20
Alta Paulista/Paranaense R$ 560,00 R$ 540,00 Julho/2011 299,45 +5,20
Cerrado R$ 540,00 R$ 520,00 Setembro/2011 302,05 +5,35
Bahiano R$ 540,00 R$ 520,00  
* Cafés de aspecto bom, com catação de 10% a 20%.
Contrato BMF
Fechamento
Variação
Cons Inter.600def. Duro R$ 310,00 R$ 280,00 Maio/2011 386,95 +3,75
Cons Inter. 8cob. Duro R$ 320,00 R$ 310,00 Setembro/2011 372,75 +6,05
Dólar Comercial: R$ 1,5700 Dezembro/2011 371,75 +6,20

O mercado cafeeiro voltou a registrar valorização nesta quarta-feira. Em N.Y. a posição julho atingiu máxima de +8,25 pontos finalizando com +5,20 pts. A escasses de mercadoria, preocupações quanto ao clima na Colômbia e o cenário positivo nos mercados de commodities impulsionaram as cotações hoje.
 
O dólar fechou com queda de 0,38%. As declarações feitas hoje de manhã pelo mi nistro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Fernando Pimentel, de que a excessiva valorização do real prejudica a produção nacional e que, por isso, o governo poderá adotar novas medidas cambiais podem ter servido de pretexto para o ajuste de posições no mercado de câmbio. No entanto, no final da manhã, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, foi categórico e negou o anúncio hoje de medidas, o que pode ter estimulado a desmontagem das "posições compradas" assumidas preventivamente, disse Eduardo Barros, gerente da mesa de derivativos da CM Capital Markets. Segundo ele, a previsão de aumento da taxa Selic pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, hoje à noite, deve reforçar o diferencial de juros interno e externo e manter o País atrativo para o capital externo. O Banco Central realizou dois leilões de compra de dólar no mercado à vista, em que fixou taxas de corte das propostas em R$ 1,5688 e R$ 1,570. No exterior, o clima favorável estimulou o apetite por moedas de maior risco e commodities (matérias-primas negociadas em Bolsa), em detrimento do dólar. A melhora do sentimento foi amparada pelos bons resultados corporativos nos Estados Unidos e os bem-sucedidos leilões de bônus e títulos da Espanha e Portugal. Agência Estado
 
Criada em 1992, a marca Café do Cerrado entra em nova fase, que passa a valorizar a identificação de origem de sua produção. A primeira mudança é que o antigo Caccer (Conselho de Associações de Cafeicultores e Cooperativas do Cerrado) deixou de existir e deu lugar à FCC (Federação dos Cafeicultores do Cerrado). A estratégia da Federação é reforçar junto às indústrias torrefadoras e redes de cafeterias a ideia da identificação de origem da produção do Cerrado e tentar apagar a imagem de que o café do Cerrado é uma marca concorrente.  `O que queremos agora é buscar junto aos consumidores o reconhecimento da região do Cerrado mineiro como origem produtora de cafés éticos, produzidos em terroir singular e garantidos pela indicação geográfica`, afirma Francisco Sérgio de Assis, presidente da FCC. O primeiro passo foi a contratação da Be Consulting para assessorar a entidade nos planos de atuação. Já dentro do novo conceito, a Federação terá um departamento de estratégia de mercado, que mapeará as demandas das indústrias, com o objetivo de atender o mercado consumidor. As informações são do Valor.
 
O Brasil coloca mais uma vez um representante entre os finalistas do "Rainforest Alliance Annual Cupping". O concurso - promovido desde 2003, e que agora só recebe inscrições dos melhores cafés pré-selecionados nas etapas nacionais de seus países - é dividido em dois eventos anuais em decorrência das diferentes épocas de colheita nas nações produtoras. Em maio são avaliados os cafés da América Central e Índia, enquanto em dezembro é a vez dos produtos do Brasil, Peru, África Oriental e Indonésia. Nesta premiação 2011 - com a participação de 24 lotes finalistas produzidos no Brasil, Peru, Havaí, Papua Nova Guiné e Indonésia -, o primeiro lugar foi para a fazenda peruana Quéchua. E a "Ipanema Coffees" - uma das maiores fornecedoras de cafés certi ficados do mundo, que conquistou, pela terceira vez consecutiva, o 1º lugar entre os concorrentes brasileiros - ficou na 5ª colocação do ranking mundial. Na premiação de 2010 ela havia ficado em 4º e, na de 2009, em 7º. Seus 12 milhões de pés de café são cultivados em Minas Gerais, distribuídos em 5.500 hectares, nas fazendas Rio Verde (no município do mesmo nome), Conquista e Capoeirinha (estas duas em Alfenas). Sua produção anual, de 25 mil sacas, é enviada para os E.U.A., Canadá, Inglaterra, França, Bélgica, Portugal, Espanha, Itália, Alemanha, Holanda, Grécia, Suíça, Dinamarca, Noruega, Rússia, Austrália e Japão. Essa empresa mineira, em 2002, foi a primeira do Brasil a receber a Certificação Ambiental da "Utz Kapeh". No ano seguinte, tornou-se a primeira da América do Sul a conquis tar a Certificação do Código de Conduta do "Preferred Supplier Program", da Starbucks. E, desde de 2004, tem o Selo "Rainforrest Alliance Certified". 

Retornaremos às nossas atividades na segunda-feira 25/04.

Desejamos aos nossos clientes e amigos, Bom Feriado e Feliz Páscoa!

 

Infocafé é um informativo diário, da Mellão Martini
 

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