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COTAÇÃO DO CAFÉ - Mercado cafeeiro inicia a semana com valorização

 

postado em 26/10/2010 | Há 7 anos

Infocafé de 25/10/10    

 
MERCADO INTERNO
 
BOLSAS N.Y. E B.M.F.
Sul de Minas R$ 345,00 R$ 335,00  
Contrato N.Y.
Fechamento
Variação
Mogiano R$ 345,00 R$ 335,00 Dezembro/2010 200,50 +1,65
Alta Paulista/Paranaense R$ 335,00 R$ 325,00 Março/2011 202,20 +1,95
Cerrado R$ 355,00 R$ 345,00 Maio/2011 202,10 +2,30
Bahiano R$ 335,00 R$ 325,00  
* Cafés de aspecto bom, com catação de 10% a 20%.
Contrato BMF
Fechamento
Variação
Cons Inter.600def. Duro R$ 245,00 R$ 235,00 Dezembro/2010 236,00 +1,10
Cons Inter. 8cob. Duro R$ 270,00 R$ 260,00 Março/2011 238,50 +1,65
Dólar Comercial: R$ 1,7000 Setembro/2011 233,25 +1,25

O mercado cafeeiro inicia a semana com valorização. N.Y. impulsionada pela fraqueza do dólar juntamente com as preocupações com o clima desfavorável em países produtores,  registrou alta de 1,65 pontos na posição dezembro, após atingir a máxima de +4,05 pontos.

O dólar fechou em queda de 0,35% a R$ 1,70. Pouco antes do  fechamento dos negócios, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, convocou entrevista coletiva. Mas, ao contrário do que se esperava, o ministro não anunciou nenhuma nova medida cambial; apenas fez avaliações sobre os desdobramentos da reunião de ministro do G-20 no último fim de semana, além de comentários sobre a economia doméstica, atuação do BC e o efeito dos gastos públicos sobre juros e ajuste fiscal.
Mesmo registrando um fluxo cambial pequeno, o Banco Central manteve a realização de dois leilões de compra de moeda no segmento à vista, fixando na primeira atuação, taxa de corte em R$ 1,7015 e, no segundo leilão, em R$ 1,7080.
No exterior, o euro sustentou leve valorização ante o dólar durante à tarde, após superar US$ 1,40 pela manhã. A moeda norte-americana atingiu nova mínima (menor cotação) em 15 anos diante do iene, a 80,41 ienes, e analistas acreditam que vai testar em breve o nível de 79,75 ienes - o menor patamar desde a Segunda Guerra Mundial, atingido em abril de 1995. Os investidores reagiram à decisão dos países do G-20 de evitar uma \"desvalorização competitiva\" de suas moedas. Embora o acordo não seja obrigatório, foi suficiente para libertar os investidores do receio de que os governos pressionem por uma queda de suas moedas.
 
Autoridades do setor de café da Costa Rica afirmaram nesta segunda-feira que reduziram em 5% suas estimativas para a colheita 2010/11, pois o excesso de umidade favoreceu o surgimento de fungos que danificaram de 50 a 60 mil sacas de 60 kg. \"É um fungo que ocorre normalmente, mas em setembro choveu por quase três semanas seguidas, permitindo que a doença se multiplicasse e causasse muito problema\", disse o diretor executivo do Instituto Costa-riquenho de Café, Ronald Peters.
Ele declarou esperar que o país produza 1,61 milhão de sacas de café neste ano, o que representa 7% a mais do que na temporada 2009/10, quando o país produziu 1,49 milhão de sacas. Inicialmente, esperava-se que a Costa Rica fosse produzir 12% mais café em 2010/11. Peters declarou que o dano pode ser avaliado em quase US$ 15 milhões. As informações são da Dow Jones.

As exportações de café do Vietnã devem aumentar 27% para 70 mil toneladas (1,17 milhão de sacas de 60 quilos), na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com estimativa do Escritório Geral de Estatísticas, do governo do país. Em receita, as vendas devem render US$ 118 milhões, uma elevação de 49,4%. Em  outubro de 2009, o país exportou 55 mil t por US$ 79 milhões. O órgão revisou a exportação de setembro de 55 mil t para 58 mil t. O Vietnã é o maior exportador de café da variedade robusta no mundo. As informações são da Dow Jones.

 

Infocafé é um informativo diário, da Mellão Martini
 

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