Mercado

COTAÇÃO DO CAFÉ - NY fecha estável sustentada por compras de fundos e de indústria torrefadora

 

postado em 22/09/2010 | Há 7 anos

Infocafé de 21/09/10    

 
MERCADO INTERNO
 
BOLSAS N.Y. E B.M.F.
Sul de Minas R$ 335,00 R$ 325,00  
Contrato N.Y.
Fechamento
Variação
Mogiano R$ 335,00 R$ 325,00 Dezembro/2010 184,35 +0,80
Alta Paulista/Paranaense R$ 320,00 R$ 310,00 Março/2011 183,70 +0,65
Cerrado R$ 340,00 R$ 330,00 Maio/2011 182,80 +0,60
Bahiano R$ 320,00 R$ 310,00  
* Cafés de aspecto bom, com catação de 10% a 20%.
Contrato BMF
Fechamento
Variação
Cons Inter.600def. Duro R$ 240,00 R$ 230,00 Dezembro/2010 217,20 -0,10
Cons Inter. 8cob. Duro R$ 265,00 R$ 255,00 Março/2011 217,75 -0,10
Dólar Comercial: R$ 1,7150 Maio/2011 219,00 -0,15

Sustentada por compras de fundos e de indústria torrefadora, N.Y. operou entre a máxima de +3,95 e mínima de -0,75 pontos, fechando com +0,80 pontos na posição dezembro.  
 
O dólar fechou com queda de 0,81%, a R$ 1,7150, após o governo anunciar que está pronto para usar o Fundo Soberano do Brasil (FSB) para comprar a moeda norte-americana e controlar a valorização do real. Um fluxo positivo e aprofundamento da queda do dólar no mercado externo, após o Federal Reserve (o Fed, banco central norte-americano) sinalizar que poderá adotar novas medidas para estimular a economia norte-americana no futuro, colaboraram para a desvalorização do dólar ante o real no meio da tarde.
O fluxo positivo foi evidenciado não só pelo aumento da oferta nas mesas de câmbio, mas também por estatísticas divulgadas hoje pelo próprio Banco Central. A partir desses dados, o mercado calculou que a entrada líquida de dólares no Brasil, somente na semana passada, foi de US$ 9 bilhões, diferença entre o fluxo cambial em setembro até dia 17, positivo em US$ 11,135 bilhões, e o fluxo cambial em setembro até o dia 10, positivo em US$ 2,114 bilhões.
No exterior, o dólar ampliou a queda ante o euro à tarde, seguindo o otimismo momentâneo das bolsas de valores após o Fed afirmar que está se tornando preocupado sobre a perspectiva para o crescimento dos EUA, sinalizando que poderá adotar novas medidas para estimular a economia norte-americana no futuro.

A produção vietnamita de café no próximo ano-safra, que começa em outubro, deve ser menor do que em 2009/10, informou nesta terça-feira a Associação de Café e Cacau do Vietnã (Vicofa, na sigla em inglês). A entidade não forneceu números detalhados, mas a mídia estatal informou no começo deste ano que o país deve produzir 1,08 milhão de toneladas, ou 18 milhões de sacas de 60 quilos cada, em 2009/10. As áreas de cultivo do país serão mantidas em 500 mil hectares no novo ano-safra, mas a produtividade deve ser mais baixa, revelou a Vicofa em um comunicado. Segundo a associação, 30% dos cafezais estão com idade avançada e produzem cerejas menores. A Vicofa observou ainda que prolongadas estiagens també m estão prejudicando a produtividade da safra doméstica. De acordo com a entidade, a produção de café nas províncias de Gia Lai e Kon Tum, que estão entre as principais regiões cafeeiras do Vietnã, provavelmente recuará 20% em 2010/11 devido aos danos provocados por tempestades no final do ano passado. As informações são da Dow Jones.
 
Com o objetivo de tornar o termo Cafés do Brasil mais conhecido pelos americanos, que são os maiores consumidores de café do mundo e principais compradores dos grãos brasileiros, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC) está realizando uma série de promoções associadas à Fórmula Indy. A prova que encerra a temporada da Fórmula Indy 2010, no próximo dia 2 de outubro, no circuito de Homestead, em Miami, EUA, será intitulada “Cafés do Brasil – Indy 300”. Nos Estados Unidos, o evento só perde em público torcedor para o futebol americano, motivo pelo qual foi escolhido desde 2009 para ser vitrine do produto brasileiro.

 

Infocafé é um informativo diário, da Mellão Martini
 

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