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AGRISHOW MÁQUINAS DE CONSTRUÇÃO LEVAM ECONOMIA E AGILIDADE AO AGRONEGÓCIO

 

postado em 29/04/2010 | Há 7 anos

Fabricante investe em tecnologia e serviços e lança na Agrishow 2010 um atendimento exclusivo, que permite o gerenciamento virtual das frotas

A Case Construction Equipment mostra na Agrishow 2010 as vantagens da utilização dos equipamentos de construção no agronegócio, como maior produtividade e economia. A marca vai expor em seu estande, de 2.230 m², oito máquinas utilizadas no setor: a retroescavadeira 580M; as skids Case (minicarregadeiras) 410 e 430; a motoniveladora 865; as pás carregadeiras 621D, 721E versão canavieira e 821E; e as escavadeiras hidráulicas CX130B e CX160B.

O estande da Case Construction está localizado ao lado do estande da sua marca irmã, a Case Agrícola. “Esta parceria já foi feita em 2008, com muito sucesso. É uma das nossas estratégias para aumentar as vendas de máquinas de construção Case no agronegócio. Em 2006, nossa participação no segmento era de 7,2%. Tivemos um crescimento contínuo até chegar a 25,4% em 2009. E para este ano, a previsão é de 27%”, declara o diretor Comercial da Case Construction para a América Latina, Roque Reis.

A Case é uma das líderes em vendas de máquinas de construção no Brasil, com 23%, e também uma das que mais investe em tecnologia e serviços para atender a agricultura.

Principais diferenciais dos equipamentos Case Construction no agronegócio:

ECONOMIA DE TEMPO E MÃO DE OBRA – as skids Case (modelos 410, 420 e 430 e 465 série 3) são máquinas extremamente versáteis, utilizadas em vários processos na avicultura e na suinocultura. Nas granjas, por exemplo, a máquina varre o galpão ao final da jornada, retira e recoloca as camas de frango, movimenta milho e farelo para a fabricação de ração, abastece
os silos dos comedores automáticos, carrega os caminhões com esterco dos aviários e, equipadas com garfo pallet, carrega os caminhões com caixas de frango.


A skid Case faz a limpeza de uma granja de três mil metros quadrados em único dia, utilizando a mão-de-obra de duas pessoas: uma para operar a máquina e a outra como ajudante. Manualmente, esse trabalho leva até cinco dias com a mão-de-obra de 18 homens.
A skid é um equipamento multiferramentas, muito versátil, utilizado em diversos segmentos, além das aplicações da construção civil. As skids Case têm a maior potência do mercado, que variam de 57 hp a 83 hp, e a maior capacidade nominal de carga, de 681 kg a 1.362 kg.
25% MAIS PRODUTIVIDADE NO SEGMENTO SUCROALCOOLEIRO - a Case desenvolveu as pás carregadeiras 721E e 821E versão canavieira, utilizadas especialmente na movimentação e carregamento de bagaço de cana, para alimentar as caldeiras e fazer curva de nível. Elas possuem pré-filtro de ar ciclônico na entrada do motor e do ar condicionado, tela protetora no alternador, ventilador reversível e capa de proteção da alimentação do combustível – reduzindo o número de paradas e facilitando a limpeza.
“São esses diferenciais que aumentam a produtividade no carregamento de bagaço de cana, feito num ambiente com partículas suspensas que podem causar entupimento de radiadores e filtros, provocando até faíscas”, alerta Reis. Os modelos vêm equipados também com caçamba dimensionada de 4m³ para a 721E e 5m³ para a 821E, chassi com aberturas para evitar acúmulo de material, disco de freio de bronze e extintor de incêndio.

As 721E e a 821E possuem, respectivamente, motor de 195 hp e 227 hp, ambas com força de desagregação de 15 mil quilos.

MAIOR DURABILIDADE NO MANUSEIO DE FERTILIZANTES - para o mercado de fertilizantes, as pás carregadeiras W20E, 621D, 721E e 821E possuem os mesmos diferenciais da versão canavieira acrescidas de pintura especial para a proteção contra ambientes corrosivos: eliminação das quinas vivas, tubos pintados ao invés de bi cromatizados, cabos com proteção com silicone e pintura mais espessa, à base de fosfato de zinco, para aumentar a proteção contra corrosão.

Com esses diferenciais, a durabilidade da máquina que trabalha em ambiente corrosivo, como no carregamento de fertilizantes, é maior. 

 

A W20E é a pá-carregadeira mais vendida pela Case, no mercado há 26 anos. É equipada com motor de 142 hp e peso operacional de 10.089 quilos, que garantem excelente desempenho em qualquer aplicação.  A 621D possui motor com potência de 132 hp e peso operacional de 11.785 quilos.

ESSENCIAIS NA LAVOURA – as motoniveladoras 845, 865 e 885 são essenciais para realizar as obras de infraestrutura em canaviais e em lavouras, fazer curvas de nível e escarificação do solo.

As máquinas possuem, respectivamente, 150hp, 170 hp e 212hp brutos e são reconhecidas pelo seu grande desempenho e elevada produtividade. Possuem motor de alto desempenho, baixo consumo e alta confiabilidade. São equipadas com transmissão powershift, direct drive comandada por ECU (Unidade Eletrônica de Controle) nos modelos 865 e 885 e conversor de torque com lock-up no modelo 845; lâmina com perfil evolvente Roll Away, reconhecidamente a mais eficiente e produtiva do mercado; sistema hidráulico sensível à carga tipo load sensing, que oferece maior economia e melhor arrefecimento do fluido hidráulico; e eixos que conferem robustez e asseguram maior transferência de potência ao solo.

HABILIDADE EM PISOS IRREGULARES – as forklifts 586G e 588G (empilhadeiras para todo terreno) são utilizadas na movimentação de sacos de açúcar, arroz, feijão, fertilizantes, entre outros, além de madeira (toras, compensados e laminados). A grande vantagem deste equipamento em comparação à empilhadeira convencional é a habilidade para trabalhar em pisos irregulares. A máquina também possui mais de 80% de peças comuns com a retroescavadeira 580M, facilitando a manutenção.
A 586G e 588G possuem peso operacional de 6.000 a 7.500 quilos e alcançam altura de 4,57 ou 6,71 metros conforme o tipo de mastro. As novas máquinas são indicadas para todo tipo de terreno, em especial os irregulares e pátios onde se necessita maior velocidade de deslocamento.
São equipadas com motores da Família Case com certificado Tier III, com capacidade de 4,5 litros e potência líquida de 80 hp. As máquinas têm capacidade de levantamento de 2722 kg e 3628 kg, respectivamente.


DO PLANTIO À MANUTENÇÃO NAS USINAS - por 50 anos, a Case mantém a liderança absoluta no mercado de retroescavadeiras, com cerca de 35% de market share. As retroescavadeiras da série 580M também trabalham no campo, no plantio, construindo e realizando manutenção nas usinas de cana-de-açúcar.

A 580M tem motor robusto, com variações de potência líquida entre 75hp e 85hp e peso operacional de 6.522 kg. Um dos grandes diferenciais dessa máquina é a cabine, mais ampla, funcional, silenciosa e de ampla visibilidade.
A retro Case é equipada com o exclusivo sistema Pro Control, que traz maior precisão, controle e velocidade nas operações. O sistema suaviza os movimentos do braço da retroescavadeira, evitando o chacoalhar da caçamba, além de outros benefícios, como ciclos mais rápidos, maior conforto de operação e maior exatidão nos movimentos.
ESCAVADEIRAS NO AGRONEGÓCIO - com seis modelos, que vão de 12 a 35 toneladas, a linha de escavadeiras da Case está completa e pronta para atender variadas aplicações, de pequenas obras de tubulação, ao carregamento de materiais e terra à mineração pesada. Os modelos disponíveis são: CX130B, CX160B, CX210B, CX220B, CX240B e CX350B. As máquinas importadas de 12 a 24 toneladas possuem 4 cilindros e  de 35 toneladas, 6 cilindros.
RELÍQUIA EM EXPOSIÇÃO – uma retroescavadeira CK320, o primeiro modelo mundial de restroescavadeira fabricado pela Case, será exposto no estande da Case na Agrishow.  A relíquia, ano 1958, fabricada nos Estados Unidos, foi descoberta durante um concurso realizado pela marca no Brasil, há cerca de três anos.

A máquina foi comprada pela Case do aposentado Paulo Soares de Moraes, da cidade de Sobradinho (DF). Segundo ele, a CK320 trabalhou na construção de Brasília, realizando serviços de escavação para a colocação da rede de saneamento, água e esgoto.

 

INVESTIMENTO NO DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO – A Case, através do seu programa de responsabilidade social Case Multiação, é uma das patrocinadoras de um projeto inovador da Faculdade de Engenharia de Sorocaba (Facens). A equipe V8 da Facens será a primeira equipe da Fórmula SAE a projetar e fabricar um carro monocoque em fibra de carbono. “O carro em


fibra de carbono é mais leve e por isso ganha velocidade mais facilmente”, explica Arnaldo Henrique Shimming, da equipe da V8.

O carro em fibra de carbono será finalizado em novembro deste ano. Na Agrishow, a equipe vai exibir o veículo fabricado no ano passado, com chassi tubular, 2º colocado na Fórmula SAE Brasil 2009.

A Fórmula SAE é realizada entre os estudantes de graduação e pós-graduação das faculdades de engenharia, com o desafio de projetar e construir um protótipo de veículo tipo fórmula.

 

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