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Fazenda no mínipantanal paulista recebe alunos para atividade de ecoturismo

 

postado em 28/04/2009 | Há 9 anos

28/04/2009 - O Liberal Regional

O agropecuarista Titinho Sampaio, proprietário da Fazenda Saudade, situada nas imediações do  minipantanal paulista, em Castilho, recebeu neste último final de semana, cerca de 50 alunos (professores, advogados, universitários, líderes comunitários) da Oficina Municipal de Meio Ambiente de Castilho coordenada pela Econg-Associação regional de Meio Ambiente.
Os participantes foram de ônibus fretado pela Econg até a sede da fazenda onde após o café feito em fogão a lenha obtiveram informações sobre as atividades do dia, se dirigindo logo após ao bairro ribeirinho de Porto Independência.

Para o dirigente da Econg de Andradina, Sidinei Ferreira da Silva, "hoje a cultura é meramente extrativista, as pessoas se dirigem às pousadas ou aos ranchos que margeiam o rio Paraná para praticarem a pesca predatória, não há nenhum planejamento técnico ou fiscalização dos turistas, nenhuma forma de compensação ou reposição do que é extraído do rio, o poder publico não tem técnicos ou profissionais especializados, e não enxerga a importância do turismo e de atividades deste segmento como o fotográfico, de aventura, de observação, de esportes náuticos, por isso apoiamos a iniciativa de vereadores que estão buscando programas inovadores para a área, perceberam que se a Casa de Leis não agir e rápido, na formulação de atividades com o mínimo de sustentabilidade, Castilho será apesar do patrimônio natural que ainda tem, o única desprovida de qualquer estrutura oficial para o desenvolvimento do turismo na região." finaliza o diretor da entidade ambiental.

Os participantes almoçaram comida típica das comitivas de boiadeiros produzida por cozinheiro de Andradina, tendo como cardápio feijão e arroz tropeiro, feitos em equipamentos próprio dos boiadeiros e cuja atividade culinária varia. As comitivas da região se esforçam para manter viva e forte como parte da história da região.

Dinâmicas de grupos foram desenvolvidas como forma de contribuir no entendimento de que a diversificação nas economias locais, podem trazer desenvolvimento preservando os patrimônios cultural e natural.
 

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