Mercado

COTAÇÃO DO CAFÉ - N.Y. finalizaram a terça-feira em alta

As operações em N.Y. finalizaram a terça-feira em alta, a posição março oscilou entre a mínima de -0,05 pontos e máxima de +3,70 fechando com +3,50 pts.

 

postado em 10/01/2017 | Há 11 meses

MERCADO INTERNO

 

BOLSAS N.Y. E B.M.F.

Sul de Minas

R$ 525,00

R$ 495,00

 

Contrato N.Y.

Fechamento

Variação

Mogiano

R$ 525,00

R$ 495,00

Março/2017

147,70

+3,50

Alta Paulista/Paranaense

R$ 515,00

R$ 485,00

Maio/2017

150,05

+3,50

Cerrado

R$ 530,00

R$ 500,00

Setembro/2017

154,45

+3,50

Bahiano

R$ 525,00

R$ 485,00

 

* Cafés de aspecto bom, com catação de 10% a 20%.

Contrato BMF

Fechamento

Variação

Futuro 2017 - 6/7-15%cat

R$ 535,00

R$ 525,00

Março/2017

178,20

+4,20

Futuro 2018 - 6/7-15%cat

R$ 575,00

R$ 565,00

Setembro/2017

185,55

+4,60

Dólar Comercial:

R$ 3,1990

Dezembro/2017

190,45

+4,70

As operações em N.Y. finalizaram a terça-feira em alta, a posição março oscilou entre a mínima de -0,05 pontos e máxima de +3,70 fechando com +3,50 pts.

O dólar comercial fechou praticamente estável, com leve alta de 0,06%, cotado a R$ 3,1990. No cenário interno, investidores estavam de olho na reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) para decidir a taxa de juros no Brasil. A expectativa do mercado é de corte de 0,5 ponto percentual na Selic, para 13,25% ao ano. A decisão sai amanhã. No cenário externo, também na quarta-feira (11) está prevista a primeira entrevista coletiva do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, desde que venceu a disputa pela Casa Branca, em novembro. Investidores, de modo geral, estão apreensivos com a política econômica que será adotada no governo de Trump, que pode ser inflacionária e obrigar o Fed (Federal Reserve, banco central norte-americano) a subir os juros no país mais rápido que o esperado. Com os juros maiores nos EUA, podem ser atraídos para lá recursos atualmente aplicados em economias onde as taxas são maiores, como a brasileira. Com isso, a tendência é o dólar subir por aqui.

As exportações de café do Vietnã se recuperaram, registrando um crescimento de dois dígitos em 2016, depois do cinturão produtivo do país ser atingido pela seca mais severa em quase um século. As exportações de café cresceram 33,6% em volume de um ano para o outro, atingindo quase 1,8 milhão de toneladas (30 milhões de sacas). O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural disse que a indústria de café do Vietnã recuperou sua importância depois de ver as exportações declinarem mais de 20% em relação ao ano de 2015. A Alemanha e os EUA continuaram a ser os dois maiores compradores do grão vietnamita e as vendas para esses dois mercados cresceram 42,4% e 49%, respectivamente. As exportações de café também registraram aumento considerável para países emergentes como as Filipinas (83%), Argélia (68%) e China (50%). Os analistas temem que as condições do El Niño possam resultar em um declínio de 20% na produção de café do país neste ano. Aproximadamente um quinto das plantações do Vietnã foram danificadas pela escassez de água, de acordo com a VICOFA (Associação de Café e Cacau). Inundações atingiram o cinturão de café de Central Highlands em novembro, tornando a colheita e a secagem bastante difícil. O presidente da Vicofa, Luong Van Tu, no entanto, diz que as empresas vietnamitas devem mudar seu foco para o processamento de café, em vez de aumentar a quantidade de matérias-primas enviadas para o exterior. Ele disse que novos acordos de livre comércio reduzirão as tarifas de vendas de café para a UE e Coréia do Sul de 15% para menos de cinco no próximo ano. Fonte: VnExpress via Notícias Agrícolas.
 
 
Infocafé é um informativo diário, da Mellão Martini

 

Veja tambÉm: